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novembro
04
A Máfia Sexual (1986)

A Mafia Sexual - 1986 (Sady Baby)

DOWNLOADMAIS PORNOCHANCHADA

janeiro
27
No Calor do Buraco (1987)
NO CALOR DO BURACO

FILME COMPLETOMAIS BOCA DO LIXO

Quem acha que o anão Chumbinho descendo pela privada ou Jesus (interpretado por Décio Pinto) conversando com um sertanejo evangélico era o máximo de bizarrice que este site iria promover, bem, senhoras e senhores, conheçam Sady Baby.

Há quem diga que a linha que separa os gênios excêntricos dos idiotas loucos é bem tênue, quase inexistente, e Sady Baby está aqui para provar isso (assim como também prova a máxima que “qualquer um, qualquer um MESMO, pode fazer um filme”).

Sady Baby era um artista performático (e antes tinha sido um jogador do Fluminense) que viajava o país, em seu ônibus, fazendo espetáculos do Oiapoque ao Chuí. Vale dizer que esses espetáculos eram peças de teatro pan-sexuais explícitas. Entre uma performance e outra, fazia filmes (provavelmente baseado nas próprias peças). E que Deus tenha piedade de nossas almas.

É simplesmente impossível de se explicar um filme de Sady Baby. Tem que ver. Tem que sentir.

E antes de analisarmos No Calor do Buraco, resumiremos um pouco da carreira fílmica desse excepcional (e tome “excepcional” no sentido que quiser) e singular autor nacional: em Emoções Sexuais de um Jegue, além de uma mulher masturbando um jegue falante, temos um ex-detento que tem como passatempo passar AIDS a um monte de pessoas (copulando com elas num caixão de papelão – entendeu a metáfora buñuelesca?) e no ato final faz um massacre com uma serra-elétrica (hum…) num bordel enquanto ocorre uma orgia gay; em O Ônibus da Suruba, temos uma cena em que um dos passageiRos do ônibus defeca pela janela e começa a dançar; e Máfia Sexual é um filme pornô com o Pedro de Lara. Mas, acredite, nada, mas nada se compara à magnificência absurda que é esse espetáculo chamado No Calor do Buraco.

Afinal, um filme que começa com o protagonista estuprando uma árvore é algo inédito (principalmente se analisarmos que a cena não tem NADA a ver com o resto do filme). As más línguas dizem que os filmes de Sady Baby saíam desse jeito pois ele gostava de se “inspirar” através do consumo de substâncias psicotrópicas, e eu tenho até medo de pensar o que ele teria tomado dessa vez, já que, da cópula andrófila pra frente, o filme só vai ladeira abaixo.

E ainda tem gente que diz que Neville D’Almeida seja um devasso, tsc tsc (mas que fique bem claro que, de maneira alguma, estou vilipendiando o mestre Neville, um dos últimos gênios em atividade no cinema nacional).

Como o leitor deve ter percebido, não coloquei uma sinopse do filme, porque simplesmente não há uma trama perceptível, ou sequer algo perto disso. Começa com o Sady Baby estuprando a árvore, depois uns jagunços estupram uma moça morena, Sady Baby mata esses jagunços, corta pro Sady Baby estuprando uma loira, depois mostra um mendigo barbudo e tarado que colocou um bico de mamadeira numa garrafa de cachaça e enche a garrafa de leite, e fica o filme inteiro babando leite, mostra também o Sady Baby chegando na fazenda.

Lá pro meio um velhinho enfia o dedo no ânus de um porco (que reclama e diz “caralho, tira o dedo do meu cú, porra”). O velhinho fica falando “é no calor do buraco que a coisa fica boa”. Depois não sei porque Sady Baby e a loira que ele estuprou saem fugindo de algo, cortando então para uma suruba gay, o casal mata um caminhoneiro e rouba seu caminhão e FIM. Sacou? Nem eu.

Por que o filme começa com o Sady Baby estuprando uma árvore?

Finalizando, deixo aqui todo meu respeito a esse senhor, um gênio/idiota-macabro a ser descoberto, e cujas contribuições ao mundo não pararam na sétima arte. Foi ele quem cafetinou a Big Brother Antonella, anos antes de ela se tornar felina da Playboy, quando ainda trabalhava no seu “night club”. O nome do recinto? “Soltando a Franga”, nome de outro filme desse enigmático personagem da margem do cinema marginal.

Diogenes L. Cesar 29/03/2005

FILME COMPLETOMAIS BOCA DO LIXO

novembro
09
Meninas, Virgens e P… (Troca de Óleo) (1983)

Meninas Virgens e P (Troca de Oleo)

DOWNLOADMAIS BOCA DO LIXO

julho
29
Paraíso da Sacanagem (1984)

sady baby paraiso da sacanagem

Paraíso da Sacanagem
Direção: Luiz Antônio de Oliveira e José Adauto Cardoso
Brasil, 1984.

Subestimado pela intelectualidade e realmente super estimado pelo público do Marabá, Sady Baby leva seus fiéis espectadores na segunda metade dos anos 80, a “Paraíso da Sacanagem”, seu primeiro longa com cenas de sexo explícito.

O personagem de Sady, um jovem com um futuro promissor, tem sua mãe subitamente morta por seu padrasto, em um papel feito por Jota Santana. Pra quem não sabe, Jota Santana era figurinha fácil da Boca nos anos 80, sendo autor da genial coluna “Por Dentro da Boca” que saia no “Notícias Populares” e em colunas cinematográficas de publicações masculinas da Idéia Editorial como “Homem” e “Prive”.

Sady jura vingança, porém ele terá poucas chances de provar e incriminar o cruel vilão. Cotando com a ajuda de sua namorada, interpretada pela atriz Zilda Mayo e de alguns amigos (em especial de um péssimo ator bigodudo que nem nome no filme tem), o protagonista lutará usando todas as suas forças para provar a culpa do padrasto. Um detetive feito de maneira caricata pelo também cineasta Custódio Gomes (que depois dirigiria “Aguenta, ETesão”), também ajudará nessa difícil e quase impossível tarefa.

Jota Santana, jornalista dos mais conhecidos e conceituados da Boca de cinema de São Paulo faz seu personagem de maneira caricata e forte. O personagem possui uma série de taras secretas, que serão mostradas na película. Para os fãs de sexo extremo é uma boa e grande oportunidade de ver e rever seus mais secretos e peculiares prazeres sexuais.

Coube a Luizinho Oliveira, antológico e histórico da Boca a direção da primeira parte de “Paraíso da Sacanagem”. A primeira versão, sem cenas de sexo explícito possuem certas cenas inventivas de ação, que acrescentam os melhores ingredientes do filme. Discípulo de José Mojica Marins e George Attili, Luizinho sabia dirigir cenas de terror.

Porém, a segunda versão assinada pelo acadêmico José Adauto Cardoso colocam cenas de enxerto com sexo explícito que tiram todo mérito da versão anterior, marcas do forte poder artesanal de Luizinho.

O cinema explícito marcará toda a obra posterior e de maior fama de Sady Baby. Porém, será no cinema explícito que o cinema da Broadway paulistana se afastará do grande público, transformando-se em um cinema de gueto para um grupo pequeno e localizado. Essas pessoas não conseguirão sustentar a maior indústria cinematográfica da América Latina que morrerá logo em seguida.

DOWNLOADMAIS BOCA DO LIXO

fevereiro
28
O Ônibus da Suruba 1 & 2 (1989/1992)

Ô Ônibus da Suruba COMPLETO

BAIXE OS DOIS FILMES COMPLETOS

Organismo responsável pela legislação e fiscalização do cinema e vídeo no Brasil, o conselho do Cinema Nacional – CONCINE, expediu 75 certificados de produtos brasileiros em 1989. Neste total estão incluídos 39 filmes pornográficos.

Em relação aos filmes pornográficos apresentados acontece um fato curioso: a grande maioria são produções antigas (incluindo algumas dos anos 70) remontadas e reapresentadas por inescrupulosos comerciantes da chamada “Boca do Lixo” (rua do Triunfo e imediações).

Acontecem até fatos curiosos: há alguns anos, um picareta de imagens da Boca do Lixo adquiriu metros e metros de material bruto do comerciante curitibano O. Ponzio. Ponzioe tentou fazer dois longa-metragens (“Caminhos Contrários” e “Deu a Louca em Vila Velha”) mas, por inexperiência, rodou bastante coisa que não pôde aproveitar em seus filmes, tão medíocres que praticamente nem tiveram lançamento mesmo no Paraná.

O que o picareta fez? Simples: pegou o material já filmado de Ponzio e enxertou de qualquer jeito numa pornoprodução. Nestas montagens, apareciam ingênuos artistas curitibanos, que haviam sido seduzidos pelo projeto de Ponzio e, entrando de gaiato, acabaram figurando em pornofitas da pesada com cenas de sexo explícito. Desnecessário dizer o salseiro que isso deu.

A apelação nos títulos das pornofitas saídas da Boca do Lixo é tão grande que alguns jornais (como o “Jornal da Indústria e Comércio”, de Curitiba) recusam-se a publicar os títulos dos programas (geralmente duplos) que os chamados cinemas daquilo que apelidamos de circuito do orgasmo (Scala – Rui Barbosa – Morgenau/Glória I/Glória II) apresentam semanalmente. Eis a relação das 38 pornoproduções:

“Acredite se Quiser”, “Longos Momentos de Prazer”, “Mulheres Alucinantes”, “Desejos da Carne Erótica”, “O Entra e Sai do Prazer”, “Aventuras do Kacete”, “Os Sete Desejos de Jaqueline”, “Meu Pipi no seu Popó”, “Com o Ferro em Brasa”, “Bacanal de Adolescentes”, “Garotas do Sexo Livre”, “Mariana, a Desejada”, “Primavera do Sexo Explícito”, “Kamoa”, “A Gata da Noite”, “Sem Malícia”, “Sexo sem Limite”, “Atração Satânica” (este filme foi um dos que concorreram no I Festival de Cinema de Curitiba, promovido pelo colunista Alcy Ramalho Filho, com patrocínio da Texaco/Lufthansa/Fundação Cultural, em setembro/89, no cine Ritz); “Ninfas Pornô”, “Gatinhas Safadas”, “Elas Fazem de Tudo”, “As Novas Aventuras do Kacete”, “Confissões de uma Xoxota“, “Cresce na Boca”, “Ônibus da Suruba”, “Vespânia, a Prefeita Erótica“, “Os Sonhos que a Gente não Conta”, “Coça que Cresce”, “Eu, Márcia F., 23 anos, Louca e Desvairada”, “A Ninfeta Safada”, “A Vida de uma Atriz Pornô”, “Paola, a Insaciável”, “A Dama de Paus“, “Grandes Trepadas”, “Loucas de Amor”, “Puxa que Estica”, “Bate Xoxota, a Mulher Morcego”, “Me Leva Pra Cama” e “Nero, a Loucura do Sexo”.

Texto de Aramis Millarch,
publicado originalmente no Jornal Estado do Paraná (17/03/1990)

dezembro
31
Emoções Sexuais de um Jegue (1986)

Emoções Sexuais de um JegueDOWNLOADRESENHA

(Sim… mais links de futuros posts ocultos no texto!
Vamos ver se vocês acham todos!)

Todas as obras de Sady Baby são repletas de cenas de dominação. Geralmente o próprio cineasta aparece em cena obrigando alguém a manter relações sexuais com outra pessoa ou até mesmo com um animal. A coerção sempre acontece sob a mira de alguma arma.

A satisfação com a morte alheia também está presente nos papéis interpretados por Sady em suas obras. E as seqüências mais criativas de homicídios podem ser vistas no filme “Emoções Sexuais de um Jegue” (1986).

Nesse filme, Sady é o presidiário aidético Gavião. Após fugir da prisão, Gavião encontra uma loira perambulando por uma mata. Para tirar o atraso, o fascínora arrasta a mulher para um local onde há um providencial caixão. “Esse é o caixão do amor. Estou com fome de sexo. Vou comer seu cu aqui dentro“, diz Gavião para a beldade, uma das duas mulheres que são infectadas pelo bandido com o vírus HIV durante o filme.

A grande saga de Gavião em “Emoções Sexuais…” é encontrar seu pai, o caquético “velho Paçoca”, para matá-lo. Isso porque o idoso engravidou a mulher do filho enquanto ele esteve em cana. Gavião faz de tudo para que a mulher perca o bebê: esmurra sua barriga da mulher, impede que ela coma, e no final ateia fogo no casebre – com ela dentro. E para garantir que a adúltera não fuja, trata de amarrá-la e colocar um saco em sua cabeça.

O criminoso fica sabendo que o pai também traçou a própria filha, ao ver o proeminente barrigão dela. O diálogo entre Gavião e a irmã é um dos momentos mais engraçados do filme.

“Quem é o pai da criança?”, pergunta o bandidão. “O pai”, responde a irmã. “Que pai?”, volta a questionar Gavião. “O nosso pai”, explica a irmã. “Velho fedido. Eu vou comer o cu daquele velho filho da puta“, resmunga o fugitivo, saindo no encalço do velho tarado.

Durante sua busca, Gavião obriga um médico a chupar uma ferida em seu braço, para infectá-lo com o vírus da Aids (a punição foi porque o médico prometeu uma cura para a doença e não cumpriu a promessa), e ainda mata um homossexual em uma boate, abrindo o tórax dele com uma motosserra.

Mais para a frente o bandido é baleado por um homem de quem roubou um carro, mas o ferimento provocado pelo tiro não impede que ele continue atrás do “velho Paçoca”. O tão esperado encontro acontece no final do filme.

“Emoções Sexuais…” tem duas cenas que comprovam a genialidade de Sady Baby. Em uma delas, o cineasta gaúcho aparece com uma motoserra cortando a barriga de um infeliz. Sady nunca viu “O Massacre da Serra Elétrica” nem “Evil Dead” ou qualquer outro filme de horror que influenciasse as cenas sangrentas de suas obras pornográficas.

Na outra, Sady mostra o que faria se pudesse colocar uma câmera dentro da vagina da atriz. Como isso seria impossível, o cineasta pediu para um ator enfiar o pênis num pedaço de bife e registrou como seria um gozo visto do interior da vagina.

Aproveitando o sucesso de outro filme anterior dele, “Emoções Sexuais de um Cavalo“, Sady Baby repetiu o título nessa sua obra de vingança trocando apenas o eqüino. O jegue do título aparece em uma rápida cena e ainda decepciona os zoófilos de plantão, mas para garantir, há uma cena extra em que um homem e uma mulher emboquetam um cavalo até que este goze em suas bocas!

Ademais, os fãs de cinema extremo ou de ação vão se divertir com as peripécias do personagem interpretado pelo Marquês Sady.

Gio Mendes, autor desse belo texto, desenvolve
com Fausto Salvatori a biografia de Sady Baby.

DOWNLOAD FILME COMPLETORESENHA

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