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julho
29
Paraíso da Sacanagem (1984)

sady baby paraiso da sacanagem

Paraíso da Sacanagem
Direção: Luiz Antônio de Oliveira e José Adauto Cardoso
Brasil, 1984.

Subestimado pela intelectualidade e realmente super estimado pelo público do Marabá, Sady Baby leva seus fiéis espectadores na segunda metade dos anos 80, a “Paraíso da Sacanagem”, seu primeiro longa com cenas de sexo explícito.

O personagem de Sady, um jovem com um futuro promissor, tem sua mãe subitamente morta por seu padrasto, em um papel feito por Jota Santana. Pra quem não sabe, Jota Santana era figurinha fácil da Boca nos anos 80, sendo autor da genial coluna “Por Dentro da Boca” que saia no “Notícias Populares” e em colunas cinematográficas de publicações masculinas da Idéia Editorial como “Homem” e “Prive”.

Sady jura vingança, porém ele terá poucas chances de provar e incriminar o cruel vilão. Cotando com a ajuda de sua namorada, interpretada pela atriz Zilda Mayo e de alguns amigos (em especial de um péssimo ator bigodudo que nem nome no filme tem), o protagonista lutará usando todas as suas forças para provar a culpa do padrasto. Um detetive feito de maneira caricata pelo também cineasta Custódio Gomes (que depois dirigiria “Aguenta, ETesão”), também ajudará nessa difícil e quase impossível tarefa.

Jota Santana, jornalista dos mais conhecidos e conceituados da Boca de cinema de São Paulo faz seu personagem de maneira caricata e forte. O personagem possui uma série de taras secretas, que serão mostradas na película. Para os fãs de sexo extremo é uma boa e grande oportunidade de ver e rever seus mais secretos e peculiares prazeres sexuais.

Coube a Luizinho Oliveira, antológico e histórico da Boca a direção da primeira parte de “Paraíso da Sacanagem”. A primeira versão, sem cenas de sexo explícito possuem certas cenas inventivas de ação, que acrescentam os melhores ingredientes do filme. Discípulo de José Mojica Marins e George Attili, Luizinho sabia dirigir cenas de terror.

Porém, a segunda versão assinada pelo acadêmico José Adauto Cardoso colocam cenas de enxerto com sexo explícito que tiram todo mérito da versão anterior, marcas do forte poder artesanal de Luizinho.

O cinema explícito marcará toda a obra posterior e de maior fama de Sady Baby. Porém, será no cinema explícito que o cinema da Broadway paulistana se afastará do grande público, transformando-se em um cinema de gueto para um grupo pequeno e localizado. Essas pessoas não conseguirão sustentar a maior indústria cinematográfica da América Latina que morrerá logo em seguida.

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