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O Leiteiro na Floresta da Tijuca

O Leiteiro na Floresta da Tijuca

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Dando na Balada

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Samantha gostosona

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Fodinha de domingo

FODINHA DE DOMINGO

março
30
As Taras do Mini-Vampiro (1984)

As Taras do Mini-Vampiro

Esse talvez seja o filme mais conhecido desse verdadeiro mini-astro de pornô-podreiras do cinema tupiniquim (tanto que até aparecem trechos dele num filme do cineasta Carlos Reinchenbach). Ainda que não seja tão engraçado quanto Fuk Fuk à Brasileira (se bem que nada é), é diversão garantida para os que buscam um cinema mais alternativo. E doentio.

As Taras do Mini-VampiroO filme em si tem uma história bem simples e curta (tanto que a duração é de uma hora apenas), sustentando-se mesmo nas piadas de extremo bom gosto. Uma cidade decadente vê a oportunidade de se mostrar ao mundo quando um vampiro anão começa a atacar pessoas na praça central (o engraçado é que a música “sinistra” do fundo é roubada do filme Rocky – Um Lutador, muitíssimo conhecido por suas músicas góticas e assustadoras). A cena em que o prefeito (interpretado pelo velhinho tarado Bim-Bim, constante colaborador do genial Sady Baby) liga para seu assessor pra avisar da novidade encontra-se num dos monólogos mais toscos e engraçados da história do cinema nacional.

Basicamente a trama para por aí, com um caçador atrapalhado correndo atrás do vampirinho (que ganha a simpatia do empalador ao mostrar que é banguela, por isso passa fome) enquanto situações absurdas acontecem, como uma garota Eliane Gabarron) que vai fumar um baseado em cima de onde o vampirinho está dormindo e, ao começar a apalpar a terra, sente um pequeno objeto roliço surgindo do chão. Sem contar que o filme antecipa aquele comercial da Ray Ban e mostra que, se o Chumbinho usar óculos escuros, a luz do Sol não será mais um problema pra ele.

Há uma cena que envolve o vampirinho, o caçador e uma mulher menstruada, mas falar mais estragaria uma das mais finas e tocantes cenas que só o humor de bom-gosto da Boca do Lixo poderia proporcionar.

Diogenes L. Cesar

BAIXE O FILME COMPLETO


março
30
Clip (Klipp, 2012)

Klip

DOWNLOADRESENHAS

A primeira cena de Clip é determinante para entendermos o que a cineasta estreante Maja Milos tem em mente: de costas às paredes, encarando uma câmera de celular, a adolescente Jasna (Simijonovic) insinua-se provocando o cinegrafista mesmo que este tenha o único interesse de vê-la se humilhando implorando por sexo. Adotando uma crueza extrema no retrato da precoce sexualidade dos jovens daquele país marcado por guerras que ainda não esqueceu da tragédia de Kosovo, Maja Milos tece um retrato sujo e repugnante de uma jovem egoísta e narcisista que ignora a doença terminal do pai (ele sofre de câncer), os afazeres domésticos e os estudos, dedicando-se quase que exclusivamente à sexo, drogas e festas.

Até aí, não tenho que me queixar do retrato contemporâneo de jovens que têm acesso cedo demais a coisas que apenas deveriam conhecer (e se conhecessem) na vida adulta. O retrato da vulgarização e banalização é, portanto, autenticamente moldado para chocar o espectador. Não há nada de bonito na jornada de Jasna e o seu “romance” com Djordje, ela não precisa de um arco dramático definido afora ser repulsiva. Isto não esta em discussão neste estudo de personagem que se mantém inabalavelmente coerente na sua abordagem e nos leva a sentir pena do choro copioso de Jasna ao invés de se emocionar pelo que ela expurgava do seu sistema.

Porém, há necessidade de explicitamente escancarar a vida sexual de Jasna visto que a compreendíamos e a leitura nas entrelinhas era suficiente? Assim, sutileza é um conceito inédito na produção que escancara a vida sexual de Jasna de forma repetitiva e explícita (a cada 10 minutos, pelo menos): sequências de sexo oral no banheiro do colégio e na imundice de uma festa, planos-detalhe de ejaculações e uma depilação da virilha e o “feijão com arroz” de posições de submissão e exposições em frente à câmera do celular. Ao invés de chocar, como Shame fizera, este filme apenas cansa pela redundância de suas ações e aspereza de uma jovem que eu não desejaria encontrar jamais na minha vida.

março
29
Mais Suzy Rio e Max Hardcore

Mais Suzy Rio e Max Hardcore

março
29
Ninfeta linda nua na cam

Ninfeta linda nua na cam


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