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Novinha 18  

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junho
03
Buttman in Barcelona

buttman in barcelona

DOWNLOADMAIS BUTTMAN

junho
03
Marina Neves se exibindo pro namoradinho

marina neves

DOWNLOADMAIS CNN

junho
03
As Aventuras Sexuais de Mike Jackson

MIKE JACKSON

DOWNLOADMAIS PORNÔ BRAZUCA

A (finada?) revista BRAZIL (ainda existe essa merda?) vivia babando o ovo do Gregório de Mattos – o diretor pornô, não o escritor, que fique bem claro. Dizia que era o melhor diretor pornô brasileiro, e etc e coisa e tal. BO-BA-GEM. Ele era tão medíocre quanto os outros da época: Alex Ferrari, Osmar Longo, Roger Lemos, etc. Tudo cuzão amador pensando que estava abafando. Talvez Gregório fosse ainda pior, já que com um elenco desses – incluindo Débora Rios, sub-utilizada e com o nome errado nos créditos – ele conseguiu fazer uma fitinha bem chulé. Enfim, taí pra vocês assistirem. Cliquem na foto pra baixar o filme, e sejam felizes.

junho
02
Confissões de Uma Xoxó… (1989)

Confissoes de Uma Xoxota

Aviso logo: este é um “filme” da dupla Carlos Nascimento e Syllas Bueno, os maiores picaretas da Boca do Lixo. Espere uma bosta gigante.

DOWNLOADMAIS PORNOCHANCHADA

junho
01
Anal total em “Game of Thrones”

GAME OF THRONES

DOWNLOAD

Sibel Kekilli (Heilbronn, 16 de junho de 1980), famosa por seu trabalho na série norte-americana Game of Thrones, onde interpreta a prostituta Shae. é uma atriz alemã de cinema e televisão. Ela ganhou atenção pública ao estrelar em 2004 o filme Gegen die Wand, vencendo o Deutscher Filmpreis, o prêmio mais prestigiado do cinema alemão.

Pouco tempo depois do lançamento de Gegen die Wand, o tablóide alemão Bild-Zeitung revelou que ela havia trabalhado em filmes pornográficos usando o nome artístico “Dilara”. Tal relato gerou um escandalo público que fez com que seus pais cortassem relações com ela. Kekilli venceu o Prêmio Bambi por sua atuação em Gegen die Wand; durante seu discurso de agradecimento, ela reclamou às lágrimas sobre o “abuso da mídia” e a “suja campanha de difamação” contra ela.


maio
31
Caiu – mais um vídeo de Alyne Hortolani!

Alyne Hortolani

Ou não. De repente nem é a Aline, mas que ela é gostosa, ah, isso é!

DEPOSIT FILESUPLOADABLE

maio
28
Super-pacote com as melhores selfies!

Mais selfies

DOWNLOADMAIS SELFIES


maio
28
69 Minutos de Sexo Explícito (1985)

69 Minutos

DOWNLOADMAIS PORNOCHANCHADA

maio
27
As Novas Sacanagens do Viciado em C… (1985)

AS NOVAS SACANAGENS DO VICIADO EM C... (1985)

DOWNLOADMAIS PORNOCHANCHADA

Dir. Roberto Fedegoso (David Cardoso). Com Debora Muniz, Patricia Petri, Rosali Graziozi, Maria Teresa, Silvia Martins, Marilva, Eliane Gabarron, Walter Gabarron, Silvio Jr., Wilson Sampson, James Cardoso, David Cardoso. 75 min.
Continuação de O Viciado em C… (clique aqui para baixar o primeiro filme), puxando pra pornochanchada. Retornando ao papel do sodomita caipira, Silvio Jr. anuncia seu casamento com um travesti (Patricia Petri). Mas o padre da cidade se recusa a consumar o matrimônio e ainda espalha o fato pra todo mundo, provocando comoção pública e passeatas anti-sodomia. Há participações de vários travestis, e um garoto tem uma vela acesa enfiada no ânus. Nada tão explícito quanto se poderia imaginar, porém.

maio
25
Que flagra, heim?

colegial de natal

DOWNLOADMAIS NINFETAS

maio
25
Benutzt Mich (só brasileiras inéditas)

benutz mich

A incompetência dos diretores brasileiros de pornô fica mais aparente quando a gente compara com os filmes gringos rodados no Brasil com talento local. Enquanto Brasileirinhas e Sexxxy ficam repetindo sempre a mesma meia dúzia de atrizes, a gringaiada acha umas minas inéditas daora – vide a loira que aparece nesse filme, tão gostosa que dá vontade de ter onze pirocas pra fuder todos os buracos dela ao mesmo tempo. Quem sabe, faz.

maio
25
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Karina Veiga fotos nua video

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maio
24
Ninfetas Diabólicas

Ninfetas Diabolicas

Raridade exclusiva do Sala Especial! Filme dirigido pela rainha do anal Débora Rios, estrelando a própria, a loira sensação Barbara Dolly, a devassa-mór Danúbia Zum e a gostosíssima ninfeta mignon Duda Marques.

BAIXE O FILME AQUI

maio
21
A Primeira Vez do Cinema Brasileiro

O documentário “A Primeira Vez do Cinema Brasileiro” foi produzido ao longo de três anos para comemorar o aniversário de 30 anos do primeiro filme pornô nacional, “Coisas Eróticas”.  Dirigido por Hugo Moura, Denise Godinho e Bruno Graziano, o documentário conta a história do filme idealizado e produzido pelo ítalo-brasileiro Raffaele Rossi e lançado em 1982 durante o regime militar.

“Coisas Eróticas” estreou dois dias depois que a seleção brasileira deixou a Copa de 82 e perdeu o jogo para a Itália, sendo eliminado do campeonato. A tristeza do país fez com que o diretor de “Coisas Eróticas” e o exibidor Francisco Luccas tomassem coragem para colocar o primeiro pornô nos cinemas. Afinal, a sacanagem poderia alegrar os torcedores.

Foi então que o Cine Windsor, localizado no coração do Centro de São Paulo, na Avenida Ipiranga, viu, de repente, suas cadeiras serem insuficientes tamanho o público que queria conferir as primeiras cenas explícitas de nosso país.

“Coisas Eróticas” levou 4,7 milhões de espectadores aos cinemas, público superior ao de filmes como “Carandiru” (2003), de Hector Babenco, e “Se Eu Fosse Você” (2005), de Daniel Filho. O filme, dividido em três histórias que muito se assemelhavam ao cotidiano dos brasileiros, teve o roteiro escrito por Laerte Callichio – que, inclusive, dirigiu o segundo capítulo da produção. Os atores entraram na empreitada sem imaginar que o filme pudesse ver a luz do dia. Isso porque o governo Figueiredo e a Ditadura Militar não perdoavam qualquer cena que, para o Conselho Superior de Censura, fosse considerada imoral. Apoiando-se em um deslize da censura, o diretor Raffaele Rossi conseguiu fazer o filme ser exibido em todo o país.

Oásis Minniti, Jussara Calmon, Vânia Bonier, Walder Laurentis e Zaíra Bueno foram os atores que tiveram coragem de dar a cara – e o resto do corpo inteiro – a tapa para participar da produção que revolucionaria o nosso cinema e traçaria rumos definitivos para a Boca do Lixo de São Paulo.

BAIXE O DOCUMENTÁRIO

BAIXE O FILME “COISAS ERÓTICAS” COMPLETO


maio
19
Crisbel e Aretuza Lemos em “Entre as Coxas”

entre as coxas

BAIXE O FILME AQUI

É sabido que o dono desse site acha o trabalho do Roger Lemos uma merda, tosco, mal dirigido, mal filmado e mal fodido. Mas conseguimos uma porrada de filmes dele então vamos liberar aos poucos. Clicando no link acima você baixa este que tem Aretuza Lemos, a musa Crisbel e a gata loira linda da capa. Esta semana e semana que vem o Sala Especial vai estar MUITO FODA na parte de pornôs raros do final dos anos 90 – por isso, continuem contribuindo pra ajudar na quimio do Smartt.

BÔNUS:

Baixe o “novo” disco do Michael Jackson, XCAPE, completo!

MICHAEL JACKSON

maio
19
Delícias do Brasil

Delicias do Brasil

Uma das grandes incompetências do pornô nacional foi jogar fora grandes atrizes que teriam futuro – vide a Rosy, que filmou pensando que a fita não sairia no Brasil e se fudeu. Tirando a Eloise, as outras ninfetinhas desse título, ainda da época do VHS e raríssimo, não seguiram carreira. Aliás, fiquem no aguardo porque temos mais alguns filmes da Nineteen Brasil pra soltar – inclusive todos os estrelados pela bela ninfeta Duda Marques (conseguimos todas as cenas que ela fez).

maio
19
Mulher Tentação (1982)

MULHER TENTACAO

Produzido por David Cardoso, Ody Fraga dirige e roteiriza um argumento próprio em “Mulher Tentação”, lançamento da Dacar Produções em 1982.

Próximo da onda de filmes explícitos que implodiriam a Boca a partir de 83/84, o filme já exibe alguns traços que se tornariam característicos: closes quase ginecológicos, isso naquilo, aquilo nisso e variações que os leitores conseguirão imaginar perfeitamente.

No entanto “Mulher Tentação”, trata-se, antes de mais nada, de um exemplo do sincretismo comum no cinema brasileiro da época: a mistura entre aspirações estéticas e comerciais, no caldo das perversões que gradualmente iam sendo liberadas pela Censura Federal, no quase-crepúsculo da ditadura.

Fato inegável, o resultado final dessa mistura acaba sendo truncado. Não se entende com clareza o que Ody Fraga provavelmente tentou no roteiro. Crítico, ensaísta, dramaturgo, ex-seminarista protestante, Ody possuía passagens de prestígio por cadernos literários, grupos teatrais e trabalhos free-lancers. Sabia como poucos acumular erudição renascentista e malícia suficiente para acompanhar a trajetória das bilheterias. Morto de infarto fulminante em 1987, no pequeno apartamento aonde estocava a biblioteca de mais de 3.000 livros, teclava na máquina mais um roteiro – a ser vendido nos estertores da Boca, naquelas últimas horas de uma festança que parecia cada vez mais distante.

Portanto, se não é possível classificar Ody pura e simplesmente como um naïf ou, na pior das hipóteses, um displicente – alguém que não conhecesse perfeitamente bem os nós que um roteiro de cinema é capaz de apresentar -, “Mulher Tentação” acaba se revelando na verdade como ele verdadeiramente é: um conjunto de elementos insólitos.

Desde a tentativa de imprimir um mal-estar khouriano – nos closes totais na personagem Marina Assunção ou na temática sobre o não-ser e o vazio sexual da moçoila e das pessoas ao redor -, passando pela procura de um “bom gosto” da produção – nas letras serifadas dos créditos, nas telas que combinam aleatoriamente Vermeer, Rembrandt e Cézanne, ao som de “She” em flautas soporíferas, supostamente no clima de “bela arte” – tudo soa fora de lugar e, por isto mesmo, como de hábito, interessante de ser assistido.

Sem Rogério Duprat na direção musical, mas castigando no mote das flautinhas – em certo ponto é usada a estrutura rítmica da fuga, tentando deliciar algum pornô-barroquista de plantão – o sexo explícito se funde em tédio vez por outra, mas quase sempre os diálogos salvadores aparecem e redimem todo o resto.

Melissa (Sandra Graffi) e Rodolfo (Luiz Carlos Braga, diga-se de passagem corajoso por interpretar maridos traídos e homossexuais enrustidos, a exemplo do personagem em “As Seis Mulheres de Adão” do mesmo ano, também com Ody, Graffi e Cardoso) esperam Marina, sua mãe e esposa, respectivamente.

Instável, sabendo que a mãe está se entregando pela enésima vez ao capataz — que também recebe alguns trocados de Rodolfo para copular com as empregadas na frente do patrão, Melissa sacode-se na poltrona. E entre o olhar distante e a súbita raiva, pergunta o porquê da demora da mulher.

- Ela é vagarosa no vestir – Rodolfo responde numa fleugma britânica.

- Pai, tu é um manso mesmo – manda a garota no estilo Rua Aurora, que invade a tela e será a tônica dessa ambivalência entre o que se supõe “sofisticado” e o que se supõe “popular” no filme.

A troca de delicadezas entre a família chega às raias da traição quando Marina, socialite ninfomaníaca, ataca o namorado da filha (Sérgio), no escritório do rapaz. Na véspera, Melissa e Sérgio haviam se desentendido justamente pelas encucações que travavam sexualmente a menina. Tentaram uma incursão pela noite paulistana, sem qualquer probabilidade de melhorar a situção. Combinavam de se darem uma chance, mas eis que Marina, nos instintos mais primitivos do que os de Joan Crawford, destrói a possibilidade de realização filial.

Interessante notar que o tour, por si, diz muito daquela tentativa de composição khouriana. Há referência explícita a “Noite Vazia” em cena passada no rendez-vouz japonês. Subindo a sonoplastia, quebra-se porém essa referência – não se sabe se propositadamente ou não. No momento em que a gueixa dedilha o shamisen, ouvimos a todo vapor uma guarânia (!), trilha sonora recorrente e enaltecida nas produções de Cardoso, célebre pantaneiro.

As miudezas de composição dos quadros – neste sentido, a direção de fotografia de Cláudio Portioli é fundamental – e a pulsão entre o membros da família, também pretendem alguma sutileza, mas é logo afastada pela concretização das taras de Rodolfo – que menciona, rapidamente, a sua atração por cavalos. Sim, o mito eqüino, sempre povoando os sonhos de filmes rodados nos 70/80, seja em “Giselle”, seja em “Emanuelle in America”, para lembrarmos dois exemplos clássicos.

Nos últimos 30 minutos a montagem infelizmente perde um pouco do pique e parecemos assistir à repetição de uma mesma piada-base: os delírios do patriarca, que corre de porta em porta, feliz de observar em delírio a esposa, a filha e o capataz, cada qual com seus respectivos acompanhantes, num frêmito danado.

Finalizadas as danças do acasalamento, todos se despedem, o ex-namorado de Melissa dá uma carona ao atual, o Passat cor de creme se afasta, o portão da casa senhorial se fecha, e as luzes provavelmente se acendiam na sala escura. Estafados, correndo para o trabalho, um a um, os contínuos, os chefes, os respeitáveis, os de reputação nem tanto, muitos sem perceberem a tensão entre os referenciais dentro e fora das telas, cumpriam com seus préstimos à produção nacional, induzidos pelo ofício de gente talentosa, como o inefável Ody Fraga.

maio
14
Erica de Pernambuco fez 18 anos e ligou a cam!

Ericka de Pernambuco

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maio
09
Ânus Dourados – Nos Tempos da Vaselina

anus dourados

PROMOÇÃO DO SALA: Leia e comente o conto NESTE LINK. O melhor comentário, sem usar palavrões nem baixarias, concorre a 20 DVDs pornô ORIGINAIS.

maio
07
As Gostosas Superpoderosas

As Gostosas Superpoderosas

DOWNLOADMAIS RABOS LINDOS

Essa porra deve ser uma das coisas mais TOSCAS que eu já vi na vida. Pornô brasileiro falado em inglês (com legendas em português) e uma história horrorosa com meia dúzia de putas e viados fazendo cospobre de super-herói, usando fantasias ridiculas de carnaval. Ainda bem que tem umas minas gostosas levando trolha no cu, senão ia ser difícil aturar.

Conselho de amigo: baixe APENAS pelas gostosas (mesmo porque as cenas de sexo nem são bem filmadas), porque como “paródia” é totalmente sem graça, mal-feito, amadorístico pra caralho e, no geral, uma das maiores merdas produzidas no pornô nacional. Não serve nem como trash, porque trash é minimamente competente, uma vez que quem dirigiu essa porcaria não saca porra nenhuma dos paranauês e não tem competência nem pra filmar festinha de aniversário. Enfim, nem como PIADA essa bosta presta.

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