Publicidade



Clube do Corno 
Garotos Brasil  
Gls Videos  
 
 
 
 
 
 
 
 
Garotos G 
Desenho Gratis  
Suruba Digital  
Novinha 18  

Arquivo



junho
14
A Mulher do Touro (1986)

amulherdotouro

DOWNLOADMAIS PORNOCHANCHADA

Banner

junho
09
O Oscaralho / Oscar do Sexo Explícito (1986)

OSCARALHO

DOWNLOADCAPSRESENHA

OSCAR DO SEXO EXPLÍCITO/O “OSCARALHO”, O (Brasil/85. Dir. Jose Miziara. Com Yanna Gagliani, Camila Gordon, Lia Soul, Angelica Belmont, Karina Miranda, Sandra Gabi, Erika, Priscila Bianchi, Patricia Petri, Oasis Minitti, Wagner Maciel, Silvio Jr., Walter Gabarron, Claudio Salgado, Mario Couto, José Miziara. 70 min).

Numa boate paulista, o diretor/comediante José Miziara (A Praça é Nossa) reúne a nata da Boca do Lixo para a entrega do Oscaralho, o Oscar do Sexo Explícito (a estatueta é um membro alado). Para ilustrar as categorias (“Melhor Chupada”, “Melhor Orgia”, “Melhor Enrabada” e por aí vai), são mostrados clips de outros filmes de Miziara – que, embora não tão divulgado quanto Fauzi Mansur, Levi Salgado e Ody Fraga, faz fitas divertidas. Estranhamente, oculta-se o fato (e a evidência) de que Patricia Petri é um travesti.

junho
07
Bafo na Nuca (1988)

bafo na nuca

DOWNLOADMAIS BOCA DO LIXO

junho
04
O suplício anal da japinha tetuda

junho
03
Anal Club Girls

Anal Club Girls

maio
24
AIDS – Furor do Sexo Explicito (1985)

AIDS FUROR

DOWNLOADMAIS PORNOCHANCHADA

Direção: Fauzi Mansur. Com Alan Fontaine, Walter Gabarron, Eliane Gabarron, Maria José, Patricia Petri, Samira, Custódio Gomes, Michele, Suelen. Rapaz contrai Aids e tenta descobrir, através de flashbacks, quem o contaminou. Filme feito para aproveitar o surgimento da doença no Brasil. De qualquer forma, trazia alguma informação, numa época em que ninguém sabia direito o que estava acontecendo. Exibido no Rio de Janeiro em 13/05/1985 no Orly, Tijuca-Palace 2, Astor, Bruni-Méier, Scala, Santa Rosa 1 e Center 2.

Also known as “Furor Do Sexo Explicito”, this Brazilian hardcore film deals with a very tasteless premise. You must watch to believe. A dying AIDS infected millionaire tries to discover which woman, in a life of debuachery, got him infected. Lots of hardcore action and orgies. This film is listed in Wikiproject Films as “missing.” Well, here it is! Directed by Fauzi Manzu as “Vitor Triunfo” because he did not want his name attached.

AIDS - Furor do Sexo Explicito

maio
19
80 Minutos de Prazer com Cristiane

80 Minutos de Prazer com Cristiane

Taí uma raridade, um dos primeiros vídeos totalflex das Panteras, estrelando os falecidos Fabio Scorpion e a travesti Cristiane (que eram casados na época), mais a loirinha Stephany Zizzo. Divirtam-se.

DOWNLOADMAIS PANTERAS

maio
19
Os Rapazes das Calçadas (1981)

RAPAZES

DOWNLOADMAIS BOIOLAS

O cinema brasileiro ainda nos deve bons filmes sobre a homossexualidade masculina. Uma pequena parte dessa lacuna poderia ser preenchida se dois ou três livros sobre o tema fossem bem adaptados. Além do best-seller “O Terceiro Travesseiro” ‭– ‬que já virou peça ‭– ‬obras mais densas como “Cinema Orly”, de Luis Capucho, e “Trem Fantasma”, de Carlos Hee, clamam pela tela grande.

“Cinema Orly” é um relato trabalhoso e problemático para adaptação, mas sua beleza obscura e o talento de Capucho valem a tentativa. Já “Trem Fantasma” oferece maior facilidade, pois documenta de forma rica a cena gay de São Paulo no início dos anos 80, época da propagação da Aids nos grandes centros urbanos.

Quem cresceu no mundo GLBT dos anos 2000, tão diverso e iluminado, pode cair para trás ao conhecer o que foi a realidade oprimida desse universo nos anos 80 e princípio dos 90. O tesouro de ambos os livros ‭– ‬e possíveis filmes ‭– ‬está principalmente na capacidade única e concisa de recriá-lo. Hee, de forma mais direta, com personagens e histórias inesquecíveis; Luis Capucho, com verve literária poderosa, que nos faz sentir o ar pesado do local que obsessivamente frequentava ‭– ‬Orly, uma sala decadente de pornôs, atrás da Cinelândia, no Rio.

Naquele mesmo emaranhado onde se perde o narrador de “Cinema Orly” ‭– ‬ ruas Álvaro Alvim e adjacentes ‭– ‬articulou-se, poucos anos antes, o Beco da Fome, ponto de encontro dos cineastas e técnicos cariocas. E um típico produto gerado com mão-de-obra do Beco foi “Rapazes das Calçadas” (1981), tentativa corajosa, porém primária, de se fazer um longa-metragem sobre a vida clandestina dos homossexuais brasileiros na virada da década de 70 para 80.

O desastre começa pelo personagem principal, Luís, flâneur do bas-fond, criatura recatada e atormentada, que é na verdade a atriz Lady Francisco em travesti masculino. Efeito devastador, La Francisco de homem virou um clone de Cauby Peixoto. Fuma cachimbo ‭–‬ aparecer em público de cachimbo, no final dos anos 70, muito antes do infantil neo-conservadorismo de hoje, era cool. Lembrem-se das capas dos lps de Roberto Carlos no período.

Não bastasse isso, os diretores Levi Salgado e a própria Francisco também recrutam para o time das monas o eterno Celso Faria, que estrelou quase cinquenta filmes entre 1957 e 1991. A sequência de Celso ‭se ajoelhando humilhado diante de um michê que conhece no banheiro público, em seguida sendo assaltado e recebendo uma horripilante canivetada, entra fácil naquelas antologias reacionárias do tipo “cinema nacional não presta”.

“Rapazes das Calçadas” nada mais é do que uma sucessão desses esquetes, a maioria entre o ridículo, nauseante ou cruel, mostrando que o sexo pago não era batatinha. Algumas cenas de explícito, bem ao gosto da época, foram enxertadas ‭–‬ nenhuma com os atores principais. Talvez para obter variedade de pornografia, agradando também a outros públicos, em certo momento uma garota contrata um michê e é assassinada por ele. Minutos antes, um casal vai aos finalmentes depois da noiva flagrar o amado aos socos e pontapés na travessa das pintosas.

Lady Francisco ‭–‬ desde sempre ícone gay ‭–‬ esforçou-se ao máximo, mas as pernas e o bumbum voluptuoso a deixam parecendo mais uma lésbica caricata ‭–‬ no estilo de Charlize Theron em “Monster” ‭–‬ do que propriamente o homem de meia-idade que pretendia ser. Na cena final se despe da fantasia, revelando o chuchu por trás da maquiagem.

Não quero parecer de novo batalhadora taliban da causa ‭–‬ vide “As Intimidades de Analu e Fernanda” ‭–,‬ mas o desfecho me parece guardar enorme preconceito homofóbico: ao se livrar do personagem, La Francisco, de homem cinza e macambúzio, ressurge como mulher alegre, sensual, que rebola suas delícias em direção ao mar.

É preciso pouco requinte para criarmos a analogia imbecil do homossexual atormentado por não ser aquilo que supostamente deseja ‭–‬ mulher ‭–,‬ em contraponto à mulher realizada em sua condição natural, que descortina-se eufórica na nudez exposta e na dissolução do triste personagem.

Se o leitor preferir sublimar esta afronta, “Rapazes das Calçadas” oferece ao menos uma contextualização das bichas ‭–‬ como se chamavam ‭–‬ perversa e politicamente incorreta, porém não menos sofrida e humanizada. Bichas que nem ousam sonhar com algo parecido a amor, relações estáveis. Somente o desejo ‭–‬ mesquinho, imediatista ‭– ‬é contrapeso na balança do medo e da vergonha.

Creio que a importância de livros honestos como “Cinema Orly” e “Trem Fantasma” serem logo transpostos para o cinema é facilmente compreendida quando assistimos a “Rapazes das Calçadas”. Entre manchetes sensacionalistas e a essência de quem viveu na pele o cotidiano, a história da homossexualidade no Brasil precisa ser documentada. Aos trancos e barrancos, “Rapazes das Calçadas” buscou esse registro, embora pareça mais reportagem de David Nasser e Jean Manzon ‭–‬ em versão hardcore ‭–‬ do que material sério a ser debatido pelas futuras gerações.

por Andrea Ormond

maio
18
A tortura anal de Abella Danger

maio
12
Bebê a Bordo

Trade



  • 1.
    2.
    3.
    4.
    5.
    6.
    7.
    8.
    9.
    10.
    11.
    12.
    13.
    14.
    15.
    16.
    17.
    18.
    19.
    20.
    21.
    22.
    23.
    24.
    25.
    26.
    27.
    28.
    29.
    30.
    31.
    32.
    33.
    34.
    35.
    36.
    37.
    38.
    39.
    40.

    trocar visita

Categorias



Contato | Putaria | Revistas | Sexo |