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maio
23
Caçadas Eróticas – as duas versões (1984)

CACADAS EXPLICITAS

VERSÃO COM SEXO EXPLÍCITO

CACADAS CORTADAS

VERSÃO CANAL BRASIL

Na primeira metade da década de 1980, a DaCar, produtora de David Cardoso, enveredava na produção de filmes em episódios. Empolgado com a vitoriosa bilheteria de A Noite das Taras (1980), composto por três dramas eróticos com cenas de sexo quase explícitas, a empresa investiu em mais quatro títulos seguindo essa linha: Aqui, Tarados! (1980), Pornô (1981), A Noite das Taras 2 (1982) e Caçadas Eróticas (1984). Todos seguindo a mesma abordagem: ousadas narrativas sustentadas pelos afiados diálogos do argumentista e também diretor Ody Fraga, eficiência técnica, mulheres bonitas (Matilde Mastrangi, Alvamar Taddei, Sônia Garcia, Zaira Bueno, Zélia Diniz, Patrícia Scalvi) e muita nudez e sacanagem.

Caçadas Eróticas, alardeado como o primeiro filme de sexo explícito de David Cardoso, é o último e o menos inspirado da série. Não só porque já evidenciava o cansaço da fórmula, mas também porque prenunciava o canto do cisne da empresa que logo após tentaria capitalizar em cima do hardcore e fecharia as portas em 1987. Também é o menos badalado.

Contudo, ainda traz a maestria de Ody como roteirista e as características principais do cinema produzido pela Dacar em três episódios irregulares. Chama a atenção que Caçadas Eróticas foge do padrão das produções anteriores por não apresentar nenhuma história de fundo dramático, com pano de fundo policial ou sobrenatural, dando preferência somente à comédia erótica. Afinal, um dos grandes diferenciais dessa linha de filmes era dosar episódios mais leves, mais próximos ao que se convencionou chamar de pornochanchada, com tramas construídas sobre elementos narrativos mais pesados. Por exemplo, o sangrento O Pasteleiro de Aqui Tarados!, ou o violinista psicopata de Solo de Violino, presente em A Noite das Taras 2.

Caçadas Eróticas abre com A Espiã Portuguesa, episódio cômico na mesma linha de A Guerra da Malvina (de A Noite das Taras 2) e O Prazer da Virtude (de Pornô), repetindo a parceria entre David Cardoso e a voluptuosa e sempre linda Matilde Mastrangi. Dirigido pelo próprio ator, conta a história de um empresário que, durante estadia em Portugal, passa a ser perseguido por bandidos e encontra misteriosa mulher com quem se envolve. Na verdade, uma vigarista que acaba lhe passando a perna. A Espiã Portuguesa brinca com a imagem do ator, ao mesmo tempo que serve de veículo para exibir seus dotes físicos. Longas seqüências de sexo simulado que valem, como de costume, para nos deliciarmos com as formas de Matilde Mastragi – notadamente o derrière famoso.

A segunda história, sem título, é a melhor do filme. Dirigida por Cláudio Portiolli é a mais divertida da série no quesito sacanagem, sendo superada somente por A Tia de André (de Aqui, Tarados!). Conta as desventuras de um casal separado, em pé de guerra, circulando pela cidade em busca de novos parceiros. A mulher (a bela Sônia Garcia, mais rechonchuda) conhece um rapaz num bar, enquanto o homem se insinua para uma jovem na rua. Ambos acabam no mesmo apartamento, anteriormente reservado para seus encontros amorosos. Não vale a pena comentar o final inusitado (e atrevido) para não estragar a surpresa.

Punks é o último episódio, com direção de Cardoso, e o mais fraco de Caçadas Eróticas. Já flertando com o sexo explícito, se inspira no ótimo Júlio e o Paraíso, de A Noite das Taras. Mostra uma gang de garotas punks, escondidas em local abandonado na periferia de São Paulo, vivendo de furtos e prostituição. Elas acabam seqüestrando um jovem e dois executivos que, dominados sexualmente, acabam despojados de todos os seus pertences, inclusive as roupas.

Texto do site Cinema Poeira.

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