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De todas as paródias brasileiras a grandes sucessos de bilheteria dos anos 70, a mais lendária é sem dúvida a nossa recriação de Tubarão, batizada sarcasticamente de Bacalhau – ou Bac’s, pra tirar onda com o título original do filme do Spielberg (Jaws). Claro que como brasileiro era ainda mais coió naquela época, meteram uma apóstrofe onde não tinha nada a ver.
A trama: um monstro marinho espalha o pânico entre os moradores de uma pacata cidade do litoral paulista. Depois que uma série de cadáveres – ou melhor, esqueletos de plástico – são encontrados na praia, o prefeito decide reunir esforços e caçar (quer dizer, pescar) o bicho. Um oceanógrafo português consegue descobrir que o monstro é na verdade… o terrível Bacalhau da Guiné!
Ah, sim, já ia esquecendo… já falei que o filme tem Helena Ramos e Matilde Mastrangi no elenco? Agora eu falei.
O ator Adriano Stuart é diretor e roteirista de Bacalhau e muitos outros clássicos do cinema brasileiro, entre eles Kung Fu Contra as Bonecas, Os Trapalhões na Guerra dos Planetas, As Aventuras de Mário Fofoca e Fofão – A Nave Sem Rumo. Fodão ele, heim?
“Em diversas cenas do filme, aparece escrito na cauda do animal um incisivo made in Ribeirão Preto, cidade onde se localiza a firma de material náutico responsável pela construção da engenhoca, toda de fibra de vidro. Apenas a cauda foi feita de cortiça, para uma mobilidade maior”, explicou um técnico responsável pelos fabulosos efeitos especiais.
Na concepção inicial, alias, o bacalhau deveria ser movimentado por um figurante escondido no interior. “Só que ninguém teve coragem de permanecer lá dentro, devido à falta de ar”, comenta Adriano Stuart. “Mas até em uma superprodução como Tubarão o mecanismo eletrônico andou falhando. Por isso não me incomodo em dizer que o nosso peixe movimenta-se com finíssimos cabos de aço e fios de náilon”.
(Tudo bem, Adriano… os “trens de pouso” da nave de Os Trapalhões Na Guerra dos Planetas eram desentupidores de pia, ninguém vai te crucificar por isso!)
Problema mais grave enfrentou Stuart durante as filmagens. Ele e o mecânico bacalhau jamais chegaram a um entendimento harmonioso. Numa das sequências, por exemplo, o peixe deveria passar perto do barco de seus perseguidores. “Mas ele teimava em não obedecer ao comando. A certa altura, desisti de esperar, alterei o script, nadei até onde estava o bicho e matei o bacalhau a murros mesmo”. (Veja, 26/05/1976)
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A vocalista do Paramore, Hayley Williams, teria colocado em seu twitpic uma foto dela pagando peitinho pra todo mundo ver. Como ela mesma confirmou, a imagem foi posta lá por um hacker e deletada logo em seguida. O endereço onde estava a foto nem existe mais… mas é aí que o Sala entra em ação! Hahahaha!






























