BOMBA: Leury Farias, vereador do Macapá, em ação!

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Leury Farias

Veja, ilustre cavalheiro, o nobre tipo faceiro, com cadeira no Senado. No entanto, acredite; a casa caiu pro rapaz, pois ele revelou-se um tarado!

Pois é: o carinha em questão é o polêmico Deputado e Senador do Estado do Amapá, Leury Farias.  Nesses dois vídeos supostamente estrelados por ele, o suposto político supostamente passa a conversa em várias garotas diferentes, que fazem um teste do sofá supostamente dentro da Câmera dos Vereadores de Macapá.

Quem tiver uma aparelhagem boa, saco e quiser fazer a gentileza de aumentar a qualidade do som, vai ganhar um prêmio especial do Sala. Por enquanto, divirtam-se com o bafão!

BAIXE TUDOPRÉVIA DE UM VÍDEO

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A Iniciação de Julia

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Olson Julie

As sacanagens de Kim Possible

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Kim Possible

Graphic Sexual Horror – A Fair View

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“This fair-minded glimpse into the pain-glorious performances and behind-the-scenes procedures of the now defunct hardest of the hardcore bondage Web sites is simultaneously titillating and reflective, admiring and critical”. – Kevin Langton, San Francisco Bay Guardian

The extreme fetish website insex.com once attracted a paying membership of 35,000 — until its shocking content got it in trouble with the Department of Homeland Security, who ultimately shut the operation down.

Every now and again, a titGraphic Sexual Horrorle emerges which is both eye catching and true to its subject — Graphic Sexual Horror is one such title. This documentary sheds light on Brent “PD” Scott, a former professor at Pittsburgh’s Carnegie Mellon University (alma mater of George A. Romero), who switched careers and became a purveyor of extremely rough S&M pornography. PD achieved lasting infamy with his website insex.com, which provided interactive fetish, bondage and sadomasochistic streaming videos to an eager subsection of the public.

The amazing thing about the documentary is its nonjudgmental tone. While many filmmakers would have used this as an opportunity to denounce its subject, directors Barbara Bell and Anna Lorentzon have no such agenda on their plate. Rather, it goes into its subject with palpable enthusiasm — showing both its positive and negative elements, and allowing the audience to make up their own mind based on their own standards and social mores. Make no mistake, there’s some very graphic and disturbing imagery on display… but as PD would be the first to admit, that’s the whole point.

One is left with an impression of the S&M aesthetic as an extension of the old-school Grand Guignol theatrical scene. By plunging into the depths of some of the most off-the-wall sexual fantasies, PD and his actresses provided an outlet for eager viewers, one which enabled them to feel as if they weren’t alone after all.

Bell and Lorentzon keep things flowing at a good pace, and the end result is undeniably effective, even if the material itself is destined to be off-putting for many viewers. PD and his stable of fetish actresses tend to come off as surprisingly intelligent, with an intellectual approach to their art. The flipside is represented, however, by the sad, burnt-out visage of one of PD’s former flings — a fetish actress known as “101″ whose porn career supported a drug habit; addiction has since gotten the better of her, and one can’t help but feel pity watching her as she rambles through mostly incoherent monologues about her past experiences.

However, lest the tone come off as preachy or condescending, there’s more than ample face time given to such proud, intelligent and photogenic fetish actresses as Lorelei Lee, “912,” and Nina — all of whom provide fascinating insight into the thought process behind their work. As for PD, he runs the gamut from likable to repulsive — memorably pushing an Asian actress too far in one scene, while showing an almost paternal concern for his actresses at other points. One is left in little doubt that, for better or worse, he is a serious artist. Whether one sympathizes with what he does is almost irrelevant, as the point of the film isn’t so much to validate his art so much as it is to draw attention to it.

Ultimately, the film achieves its goal artfully, without any editorializing or sermonizing from the filmmakers. Bell and Lorentzon allow their subjects to speak for themselves, and there is no voice-over narration to fill in the gaps or get in the way. The subject matter is undeniably disturbing at times, but one can also appreciate the passion and intensity of the people involved; one doesn’t need to agree with them in order to admire them for being honest about pursuing their dreams. The end result is in many respects far more engrossing than one might anticipate; it’s certainly worth a viewing.

Review by Troy Howarth

SPECIAL FEATURES:

- Deleted Scenes
- “More From the Models” – Unused Interview Segments
- Interview with co-director Barbara Bell
- Theatrical Trailer
- Anamorphic widescreen transfer (1.85:1)
- Dolby Digital 2.0 Stereo

Galante – O Rei da Boca (documentário completo)

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“Galante”Qualquer pesquisa sobre a produção de pornochanchadas no Brasil não pode esquecer o nome de Antonio Polo Galante, ou A.P. Galante. Mas embora esteja intrinsecamente ligado ao pornô, a diversidade que marca a trajetória de Galante é muito maior. Ele produziu filmes de cangaço, terror, faroeste caboclo, comédia musical caipira, filmes policiais e de presídio, filmes de autor, filmes históricos, dramas eróticos, filmes experimentais e o que mais você possa imaginar. E em cada gênero ou subgênero em que metia a mão, garantia em média um milhão de ingressos vendidos em 15 dias, ou até em uma semana.

“Galante”Tudo o que se diz nos cadernos culturais sobre a comunicabilidade do público, do mercado, da identidade e da diversidade do cinema brasileiro era uma realidade concreta para produtores como Galante que, mesmo não tendo verbas estatais, buscavam, na parceria com o exibidor e, no respaldo de algumas leis federais e municipais (lei de obrigatoriedade, adicional de bilheteria tc.), um mercado que respondesse ao volume de dinheiro investido.

Mas o mercado mudou, mudou o país, mudaram todas as condições de se produzir cinema e cultura no Brasil. Os que ligavam o nome Galante ao antigo produtor de sucesso puderam assistir (ou talvez nem isso) a um derradeiro fracasso, o filme musical-infantil Cinderela Baiana (1998, de Conrado Sanchez), com Carla Perez. Procure os vídeos no YouTube e você vai entender o motivo de tão retumbante fracasso.

Mas o que nos interessa mesmo é o início de Antônio Polo Galante no cinema, que coincide com o fim do ciclo dos grandes estúdios no final dos anos 50.

“Galante”Ainda adolescente, ingressou na Maristela como faxineiro pelas mãos de Alfredo Palácios, então diretor de produção da companhia, com quem anos depois viria a montar uma produtora de filmes, a Servicine. De faz-tudo Galante passou a eletricista e, no início dos anos 60, já fazia assistência de câmera em O Cabeleira (direção de Milton Amaral), em diversos documentários produzidos por Jacques Deheinzelin e John Waterhouse (escola de vários profissionais de cinema, entre eles Ozualdo Candeias) e em filmes de Walter Hugo Khouri (como As Cariocas).

Mais tarde, já nos anos 70, Khouri seria produzido por Galante. A Boca do Lixo era, naquele período, um centro cinematográfico aglutinador, para onde convergiam produtores, diretores, roteiristas, técnicos, distribuidores, atores, atrizes e aspirantes em geral. Os restaurantes Costa do Sol (na rua Sete de Abril) e Soberano (na rua do Triumpho) eram os pontos de encontro.

“Galante”Ali Galante acabou se fixando, inicialmente fazendo serviços de compra e venda de material e, mais tarde, como sócio de Palácios na Servicine, uma parceria que durou até 1976 e rendeu mais de 40 filmes. Sociedade desfeita, Galante produziu sozinho, até o início dos anos 90, uma quantidade superior a 50 filmes. Não por acaso, ficou conhecido como o Rei da Boca.

Galante contava com uma série de técnicos e diretores quase fixos: eletricistas como Miro Reis, diretores de produção como Enzo Barone, fotógrafos e diretores como Antônio Meliande e Osvaldo de Oliveira (ou Osvaldo “Carcaça”, como era conhecido na Boca), montadores como Sylvio Renoldi e Gilberto Wagner, e diversos outros profissionais.

A incrível agilidade de seu método de produção combinava-se com um prático esquema de parceria e cumplicidade com os exibidores, o que garantia de antemão o mercado para o filme. “Galante”O conjunto dos longas produzidos pela Servicine e por Galante foi, assim, possibilitado pelo contato direto com o mercado exibidor, muito embora em Lucíola (Alfredo Sternheim), À Flor da Pele (Francisco Ramalho Jr.), Convite ao Prazer (Khouri) e Anjos do Arrabalde (Reichenbach), tenha havido a participação da Embrafilme, em alguns casos na produção e em outros na distribuição.

“Galante”Pode-se dizer que a pornochanchada já estava latente no primeiro filme produzido por Galante, o acidentado Vidas Nuas (1967). Este filme, cujo título original era Eróticas, havia sido iniciado em 1962 por Ody Fraga e permanecia inacabado. Foi comprado por Galante em parceria com o montador Sylvio Renoldi. Trataram de finalizá-lo introduzindo vários minutos de cenas de São Paulo à noite… e de mulheres fazendo strip-tease!

“Galante”A máxima de Buñuel (“se um filme fica curto, eu ponho um sonho”) poderia ser aqui perfeitamente aplicada, com a providencial substituição da palavra “sonho” por “sexo”. Mas foi em 1973 que o apelo erótico foi definitivamente incorporado ao repertório da Servicine, com o sucesso de público Os Garotos Virgens de Ipanema, dirigido por Osvaldo de Oliveira.

Tratava-se de uma comédia picante, bastante inocente em relação à pornochanchada dos anos 80. Os Garotos Virgens de Ipanema significou a descoberta de um importante filão de sobrevivência para a Servicine, que vinha de alguns fracassos comerciais (No Rancho Fundo, Luar do Sertão, de Osvaldo de Oliveira) e de tentativas frustradas de um cinema “sério” e pretensamente político (As Armas, de Astolfo Araújo, e Paixão na Praia, de Alfredo Sternheim).

“Galante”Para desenvolver o argumento de Os Garotos Virgens de Ipanema, que nascera do próprio Galante, foi chamado o escritor Marcos Rey, um dos mais requisitados roteiristas da Boca, ao lado de Ody Fraga e Rajá de Aragão. O sucesso de público fez com que Galante jamais se descuidasse desse filão. Desta forma, Galante produziu, durante e após a Servicine, As Meninas Querem… E Os Coroas Podem, A Filha de Emmanuelle e O Bordel (os três de Oliveira), Sabendo Usar Não Vai Faltar (Francisco Ramalho Jr., Adriano Stuart), Kung Fu Contra as Bonecas (Stuart), Lilian, a Suja, Anarquia Sexual e A Primeira Noite de Um Adolescente (os três de Antônio Meliande), As Safadas (Inácio Araújo, Meliande e Reichenbach) Terapia do Sexo e A Filha de Calígula (ambos de Ody Fraga), Nos Tempos da Vaselina (José Miziara), As Prostitutas do Dr. Alberto (Sternheim), e vários outros.

Muitos destes títulos já estão perfeitamente integrados ao esquema da pornochanchada, que mais ou menos a partir de 1975 sedimentou-se na Boca do Lixo. Mesmo os “filmes sérios” não deixavam de levar o universo erótico em conta, como atestam Filhos e Amantes e À Flor da Pele (Ramalho Jr.), todos os filmes de Walter Hugo Khouri feitos com a Servicine e a Galante PC, os filmes de Astolfo Araújo e de Sternheim, e, claro, os de Reichenbach, incluindo Anjos do Arrabalde.

“Galante”O apelo erótico não escapa até mesmo a um bang-bang paródico como Rogo a Deus e Mando Bala (1972, direção de Osvaldo “Carcaça”), até porque tal atmosfera já era típica do modelo original que se buscava imitar, ou seja, o spaghetti-western. Aliás, como é característico na pornochanchada, muitos destes filmes nasceram da cópia de sucessos estrangeiros, caso evidente de filmes como Kung-Fu Contra as Bonecas, Lilian, a Suja, A Filha de Calígula, Nos Tempos da Vaselina e A Filha de Emmanuelle.

“Galante”Após desfazer a sociedade com Palácios em 1976, Galante decidiu não só copiar títulos mas todo um subgênero então muito em moda: os filmes de presídios femininos. Pertencem a esta série longas como Presídio de Mulheres Violentadas (Oliveira, Luiz Castillini), Internato de Meninas Virgens, Pensionato das Vigaristas, Fugitivas Insaciáveis, o extremamente bem-sucedido A Prisão (Oliveira), Escola Penal de Meninas Violentadas (Meliande) e Reformatório das Depravadas (Fraga). Este diálogo imediato com o mercado de filmes violentos e eróticos atesta não só a afluência realmente popular nas salas de cinema como revela, em uma época ainda muito recente, um intenso relacionamento entre produção, distribuição e exibição.

Tal quadro, uma vez desaparecido com a depauperação do pornô, a entrada dos filmes estrangeiros de sexo explícito e a desorganização de todo o esquema político-”industrial”-econômico do cinema brasileiro pós-1989, tende a se fixar como mais um ciclo cinematográfico isolado e intransferível.

Mas foi exatamente esta conjuntura que possibilitou um cinema realmente desvinculado da tutela estatal, c“Galante”ujo dinheiro investido retornava ao produtor e ao exibidor através do bilhete pago, anos antes de se tornar cult a palavra “independente”. E as conseqüências daquela fase, para o mercado de trabalho, foram determinantes.

Sem aprofundarmos questões importantes como a exploração do trabalhador cinematográfico e as condições precárias de contratação dos diretores, foi exatamente este tipo de cinema – o produzido por nomes como Galante – que possibilitou para centenas de profissionais um ritmo e uma continuidade de produção hoje inimagináveis. Historicamente, isto não pode ser menosprezado.

Mesmo estando intimamente ligado à produção pornochanchadesca, o nome de A. P. Galante não pode ser desvinculado destas variadas vertentes cinematográficas.

“Galante”Além dos filmes de gênero, Galante abrange o Khouri das lentas seqüências de vazio existencial (As Deusas e O Último Êxtase) e dos rápidos planos de orgia sexual (O Prisioneiro do Sexo e Convite ao Prazer); passa pelo cinema novo através de Memória de Helena e Lúcia McCartney (David Neves), além da experiência individual de Sylvio Back em seus dois primeiros longas (Lance Maior e Guerra dos Pelados); funde pornochanchada e experimentalismo em A Ilha dos Prazeres Proibidos, Império do Desejo e Paraíso Proibido (os três de Carlos Reichenbach) e produz ou finaliza algumas pérolas do cinema experimental: O Pornógrafo (João Callegaro), A Mulher de Todos (Rogério Sganzerla), Gamal – O Delírio do Sexo (João Batista de Andrade), Em Cada Coração Um Punhal (Sebastião de Souza, José R. Siqueira e J. B. de Andrade) e América do Sexo (Leon Hirszman, Luiz Rosemberg, Flávio M. da Costa e Rubens Maia). E mesmo com a decadência da pornochanchada e a entrada do sexo explícito, Galante ainda produziu interessantes títulos como A Menina e o Cavalo, Prisioneiras da Selva Amazônica, etc.

E Cinderela Baiana também… mas esse, por respeito, a gente esquece!

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“GALANTE – O REI DA BOCA”

O sublime sofrimento anal

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Renata Locutora eh uma vaca

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Trailer de BRUNA SURFISTINHA, o filme

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Monikinha, 20 anos, filha do Romário

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Monikinha, 20 anos, filha do Romário

Mais um grande flagra!

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Caiu de bunda

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Bruno arruma bode expiatório dimenor para seu crime

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Bruno arruma bode expiatório dimenor para seu crime O menor de 17 anos suspeito de ter assassinado Eliza Samudio foi apreendido após busca policial na casa do goleiro do Flamengo, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na tarde desta terça-feira. Ele foi levado para Delegacia de Homicídios para prestar esclarecimento.

Os agentes da DH chegaram ao adolescente depois da entrevista de um familiar dele a “Rádio Tupi”. O homem denunciou a participação do jovem no crime e também que ele estaria escondido na casa do jogador. A Polícia mineira, que cuida da investigação, entrou em contato imediato com a DH, que conseguiu apreender o adolescente.

VÍDEOS DE ELISAÁUDIO DA ENTREVISTA

Calma, ainda tem chance dessa mina ficar pelada

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Calma, ainda tem chance dessa mina ficar pelada


A modelo e atriz de 25 anos, que até alguns dias atrás fazia sucesso somente no Paraguai, agora é uma estrela mundial. Chamada por ela mesma de namorada da Copa, Larissa Riquelme está exposta em jornais e canais televisivos do mundo todo.

PARAGUAYCom a classificação paraguaia para as quartas de final, a exposição só aumentou, e ela está adorando. Tanto que aprimorou a promessa de desfilar de biquíni pelas ruas de Assunção.

“Se o Paraguai chegar às semifinais, fico nua”, afirmou Larissa a um canal de TV argentino. “Para mim é igual. Se chega a final ou a semifinal vou ficar nua em frente a Praça da Democracia (em Assunção, onde a torcida costuma se reunir)”, completou, afirmando que é a forma de mostrar seu carinho pelo povo paraguaio.

A modelo já fez vários ensaios fotográficos sensuais e, recentemente, posou nua para uma revista argentina.

Nesta Copa, mesmo longe da África do Sul, Larissa chamou a atenção graças ao decote ousado e ao aparelho de celular que guarda entre os seios durante as partidas. “Guardo ali por que não tenho bolso”. Assim, virou foco dos fotógrafos. Mas jura que desde criança gosta de futebol.

PARAGUAI“Sempre fui fanática, sou torcedora do Cerro Porteño. E já joguei futebol”, contou à TV argentina. Em seguida, em referência aos seios grandes, foi provocada pelo jornalista: “Você é atacante (“delantera”, em espanhol), certo?”. “Sim, sou atacante!”, respondeu Larissa que disse conhecer o jogador argentino Juan Román Riquelme, do Boca Juniors.

“Fomos apresentados uma vez, quando eu estava desfilando em Buenos Aires. Eu disse para ele que meu pai havia morado por vários anos na Argentina e que podíamos ser irmãos”, lembrou, aos risos. “Meu pai tem 52 anos e teve namorada em Buenos Aires. E sabe o nome dele? Román Riquelme”, divertiu-se a modelo que, nesta quarta-feira está em sites e jornais da Índia, dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Enfim, uma celebridade instantânea que ganhou o mundo graças à Copa.

Jorn Lande homenageia Ronnie James Dio

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Jorn - CapaO vocalista Norueguês Jorn Lande homenageou o legado musical de Ronnie James Dio com seu novo álbum, intitulado “Dio”, lançado dia 2 de julho na Europa e 27 de julho nos Estados Unidos.

Jorn escolheu algumas canções menos conhecidas e alguns grandes clássicos do cantor para gravar. Ele comenta: “Através dos anos eu tive o previlégio de conhecer e trabalhar com muitos dos músicos que me inspiraram na minha jornada musical. Ronnie James Dio me inspirou por décadas, e a influência desse cara continua adicionando cor ao meu espírito criativo.”

“Eu escrevi ‘Song for Ronnie James’ como um tributo e um agradecimento pessoal para o homem que tem sido meu mentor por mais de 35 anos. Esse incrível homem afetou minha vida e minha carreira de uma maneira que, sem sua presença, eu não poderia me tornar o artista que sou hoje.”

MasterPlanO tracking-list do álbum “Dio” (que pode ser baixado clicando em qualquer uma das imagens) e o vídeo da música “Song for Ronnie James” podem ser vistos abaixo:

01. Song For Ronnie James
02. Invisible
03. Shame on the Night
04. Push
05. Stand Up And Shout
06. Don’t Talk to Strangers
07. Lord Of The Last Day
08. Night People
09. Sacred Heart
10. Sunset Superman
11. Lonely Is The Word / Letters From Earth (2010 version)
12. Kill The King
13. Straight Through The Heart (live)
14. Song For Ronnie James (video)

Marcia Imperator ao vivo!

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Marcia Imperator ao vivo!

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SCREAM, novo CD de Ozzy Osbourne completo para download.

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OZZY


Metendo até as bolas!

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COPA E CUZINHO

Liberada EL DORADO, a nova música do Iron Maiden!

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CLIQUE AQUI PARA BAIXAR

A  data de lançamento do esperado novo álbum do IRON MAIDEN, “The Final Frontier”, está confirmada para o dia 16 de agosto (17 de agosto nos EUA). A nova capa, ilustração de Melvyn Grant, foi divulgada. Para marcar a ocasião, a banda disponibilizou uma faixa do álbum, ‘El Dorado’ grátis para donwload.

O vocalista Bruce Dickinson explica: “’El Dorado’ é uma prévia do vindouro álbum de estúdio. Como a colocaremos no site da nossa Final Frontier World Tour (que começa em Dallas no dia 9 de junho) gostaríamos de agradecer a todos os nossos fãs e colocá-los no clima de The Final Frontier dando a eles esta faixa da turnê e do álbum.”

A banda se reuniu com o produtor de longa data Kevin “Caveman” Shirley no começo de 2010 no Compass Point Studios, em Nassau, para gravar o álbum, e depois foi a Los Angeles para finalizar as gravações e fazer a mixagem. O Compass Point Studio é velho conhecido da banda, pois foi onde gravaram “Piece Of Mind” (1983), “Powerslave” (1984) e “Somewhere In Time” (1986).

Comenta Bruce: “O estúdio tem a mesma vibração e é exatamente como era em 1983. NADA mudou! Até um abajur quebrado no canto… o mesmo carpete… tudo… É realmente assustador. Mas nos sentimos muito à vontade em um ambiente tão familiar e onde já vivemos tanto e eu acho que isto surtiu efeito na maneira de tocar e na atmosfera do álbum”.

O tracklist do novo álbum (tempo total de 76m35s) é:

THE FINAL FRONTIER

1. Satellite 15…..The Final Frontier (8:40)
2. El Dorado (6:49)
3. Mother Of Mercy (5:20)
4. Coming Home (5:52)
5. The Alchemist (4:29)
6. Isle Of Avalon (9:06)
7. Starblind (7:48)
8. The Talisman (9:03)
9. The Man Who Would Be King (8:28)
10. When The Wild Wind Blows (10:59)

Novo single do RUSH – “Caravan”/”BU2B”

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Novo single do RUSHRUSH is currently working on its 20th studio album with producer Nick Raskulinecz (co-producer of RUSH’s 2007 CD, “Snakes & Arrows”) in Nashville.

RUSH has announced the details of the “Time Machine Tour”, which will kick off on June 29 in Albuquerque, New Mexico and finish on October 2 in West Palm Beach, Florida, hitting a total of 37 cities. The centerpiece of the trek will be the band’s first-ever performance of its classic 1981 album “Moving Pictures” in its entirety. The group will also play other beloved tracks from its catalog as well as new songs that the band has been working on.

This will be RUSH’s first road trip since touring extensively behind its 2007 studio album, “Snakes & Arrows”.



Lá vem o Chaves, Chaves, Chaves…

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Chaves

“Felicia Pimenta”, pedófilo maldito, estamos na sua cola!

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Felicia PimentaCLIQUE NA FOTO PARA SABER DA HISTÓRIA



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