Publicidade
Arquivo
Sure, Marge and Homer are in love; we’ve all seen them rolling around under the sheets on “The Simpsons,” but we’ve been spared the dirty details — until now.
Thanks to Full Spread Entertainment, you can watch your favorite citizens of Springfield doing the deed and eating each other’s…shorts. Watch Marge, Homer, Cookie Kwan, Moe, McBain and Barney have the yellowest sex you’ve ever seen. In the tape, shot by Homer on Flanders’ video camera, Marge lets her tall blue hair down and channels her inner sex goddess — it’s the kinkiest thing she’s done since she posed for “Playboy.”
“I couldn’t believe my eyes when I watched it,” said Full Spread Entertainment’s Lee Roy Myers. “Everyone in the movie is famous, naked, thrusting, sexy, and yellow. So yellow.”
“Clearly it is the real deal,” adds Full Spread Entertainment’s Dr. Philgood. “If it wasn’t, why would they all be so yellow?”
Want more proof that it’s the real deal? You can count on Flanders popping in to say, “Howdy doodly!”
FILME COMPLETO – GALERIA – MAKING OF
Siri, um anão negro, feio, semi-analfabeto, mudo (mas dotado de telepatia) é adotado por um casal com certa quedas por orgias. Um dia a esposa se recusa a lubrificar seu ânus com margarina (só aceita manteiga), então o marido tenta sodomizar Siri, que escapa pela privada e vai viver uma verdadeira odisséia, com direito a lusitanos pan-sexuais, naves de formato fálico (ah, sim, esqueci de dizer que Siri também é um ET!) e um isopor térmico cheio de vibradores para satisfação auto-erótica.
Vou tentar concientizar o leitor de meu entrave enquanto articulista: o que se pode comentar de um filme como Fuk Fuk à Brasileira? Citemos uma cena: passando por dificuldades financeiras, o anão Siri tenta vender alguns ítens de sua coleção de vibradores numa praia. Como Siri é mudo, ele explicita o que está vendendo através de cartazes recheados de impropérios. Um provinciano, ao ver tais cartazes, pergunta ao seu burro (dublado por Marthus Mathias, a voz do Fred Flintstone) se por acaso ele não gostaria de comprar um dos roliços objetos “pra fazer uma sacanagem da boa”.
Obviamente não se trata de um filme para todos os gostos. Os não-familiados com esse tipo de cinema (as pornochanchadas que realmente levam seu prefixo à sério) com certeza irão estranhar (senão se abalar) com o estilo que filmes como esse ou No Calor do Buraco (cujo plano inicial era a de um homem – interpretado pelo próprio diretor do filme, o excepcional Sady Baby, famoso por afirmar que cafetinou a Felina/Big Brother argentina Antonella – copulando, explicitamente, com uma árvore). Mas quem deixar o bom senso (bem) longe irá se divertir com esse verdadeiro clássico do cinema hiper-underground brasileiro.
Apesar de teoricamente um filme pornográfico servir como obra de excitação sexual através de cenas de cópulas explícitas, a única característica que faz de Fuk Fuk à Brasileira um filme pornográfico são suas cenas de sexo explícito, já que as piadas incessantes que permeiam o filme impedirão qualquer espectador de manter uma ereção. E bota piada nisso: desde o começo até sua conclusão, o filme não pára de destilar seu humor à toilet. Em menos de 10 minutos vemos um anão-cafetão contar (telepaticamente) a história de sua vida, quase estuprado por seu pai adotivo, descendo pela privada, chegando ao esgoto, recebendo um jato de urina de um mendigo bêbado e sendo confundido com um “frango de macumba” ao sair correndo nu pela rua…
E o filme mantém esse ritmo, mostrando que, Siri, o anão, depois de passar algumas desventuras nas ruas, numa pensão de um português bissexual, em um bordel e na casa de um pederasta típico de pornochanchadas, encontra finalmente a felicidade na brilhante conclusão do filme. Uma raça alienígena (que viaja numa nave que tem o formato de um pênis) ejacula no pequenino protagonista e ele descobre que essa “porra intergalática” é um poderoso afrodisíaco, passando então a vendê-la “aos broxas de todo o mundo”, como ele mesmo diz na narração do filme.
Uma curiosidade: Jean Garret foi um dos diretores dessa singular obra, oculto pelo pseudônimo ” J.A. Nunes”.






























