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Ariadna Thalia Arantes ainda nem entrou na casa do “Big Brother Brasil 11″, mas sua vida já está dando o que falar. De acordo com reportagem do site “Ego”, uma amiga da morena, que seria travesti, afirmou que Ariadna fez cirurgia para mudança de sexo fora do Brasil.
“Ela viajou para a Itália em 2002 e passou um tempo por lá. Quando a Ariadna voltou estava totalmente transformada, era mesmo uma mulher. Por aqui, no Brasil, ela conseguiu modificar todos os seus documentos que foram trocados e hoje tudo dela está registrado com o nome de mulher. Identidade, cartão de crédito, as contas no banco, tudo tem registro de Ariadna”, revelou a travesti, amiga da participante do “BBB”.
Ainda de acordo com a reportagem, antes de 2002 a participante se chamava Thiago e trabalhava como estagiário de informática em uma estatal que controla o fornecimento de água no estado do Rio de Janeiro.
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Nilo Barrão rouba um carro da companhia telefônica e assalta a mansão de Mara, esposa de um industrial em férias. Ninfomaníaca, ela exige que Nilo a violente, mas ele satisfaz apenas parcialmente seus desejos, pois prefere arquitetar vilolências físicas contra Paula, travesti que mora na mesma casa, contando com o auxílio de Mara. A chegada de um recenseador míope interrompe, por instantes, o jogo sadomasoquista. Teresinha, sobrinha adotiva de Mara, ao regressar da escola, é desvirginada, com seu consentimento, por Nilo. Paula, transformada repentinamente em feiticeira, resolve se vingar: castra o assaltante, que acorda, assustado, numa cadeira. O delegado, neste momento, com risadas sádicas, vem buscá-lo para mais uma sessão habitual de tortura.
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Alucinações Sexuais de um Macaco conta a história de uma mulher que trabalha em um set de filmagens pornôs. De tão tedioso que é o ofício, começa a ter sonhos eróticos com um macaco a partir do momento que encontra uma roupa simiesca no seu quarto. Logo, o macaco safado entra no ritmo da putaria.
Alucinações Sexuais de um Macaco é um filme, obviamente, de pouquíssimo orçamento, com poucos cenários e elenco um tanto quanto feio (mas é claro!). Usa aquela velha fórmula de “reciclar” cenas de sexo de outros filmes da Boca do Lixo, entre as quais o Ninfetas do Sexo Ardente de Fauzi Mansur, no qual anão Chumbinho se diverte em uma festa ao Deus Baco dentro de um cinema. (Nota da Sala Especial: a música também é roubada, tanto que o filme já abre com um dos temas do filme Duna e segue com Jean Michel Jarre).
Numa das cenas, um homem está na sala a relaxar quando adentra no cômodo uma mulher. Após o Zé Ruela entrar pela porta dos fundos da moça, se é que vocês me entendem, ele descobre a triste realidade: “ela” é “ele” (nota do Sala Especial: é a traveca Patrícia Petri)! A casa caiu!
As confusões sexuais são uma constante nos filmes de sexo explícito da Boca do Lixo, contrabalanceando a “pegadinha” no espectador ao mesmo tempo em que reclama por uma sexualidade não reprimida, destituída de pudores. Aliás, ressalto eu que cena semelhante pode ser vista também no filme Sexo Erótico na Ilha do Gavião. Inclusive com a mesma “atriz”.
Alucinações Sexuais de um Macaco é um formidável filme da época mais marcante do sexo explícito na Boca do Lixo. Hoje em dia, o pornô nacional é em todo uma merda. Nada se igual à década de 80. É um sexo solto, sincero, desinibido, sem timidez e sem preconceitos. O povo se via nos cinemas. Cinema do povo, pelo povo e para o povo.



































