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Novinha 18  

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julho
03
O BIZARRO SEXO CANIBAL DE DOLCETT

DOLCETT

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Dolcett is a fetish revolving around rape, torture, murder, cannibalism and incest. The name derives from a sick fuck that uploaded black and white snuff art online using said handle. The art, highly derivative of Chick tracts, usually involving some random whore being raped to death (more often than not, specifically by a father) and then eaten. The end result of mixing vore, guro and a fascination regarding the workings of South Asian sex smuggling outfits.

In the 1990′s , a Canadian man using the pseudonym Dolcett took a few minutes from masturbating furiously to autopsy photos on the still young internet and uploaded his horde of Jeffery Dahmer fanart. The drawings, crude black and white images not too different from the kind of doodles found in the back of a Juggalos math folder, were primarily images of women being sodomized to death, being cooked to death while being sodomized, being hanged while being sodomized, being beheaded while being sodomized, etc. The images were generally in comic form or accompanied with a short story, most of which involved said women happily volunteering their fuckholes to mustachioed gentlemen for a grand spectacle of an execution, generally ending with other women becoming enthralled by the process and the cycle beginning anew.

This form of art, previously the kind appreciated only in police evidence lockers and the shamed family members of those who have died in hilarious sexual escapades, found itself immensely popular with an entire new generation of sick fucks on the internet, and Dolcett’s name eventually became synonymous with the unique brand of cannibal-based sexual slavery. Not unlike band-aids, Dolcetts name has since become the standard tag for most goreporn artwork.

Since the early 2000′s Dolcett has disappeared from the internet, presumably being shot and killed after entering a sorority house at 3 in the morning hunting for his own Dolcett girls to bring to his incestuous whore house in Europe, far away from the prying eyes of the law .

janeiro
17
Brazil Bizarro – completo!

Brazil Bizarro

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julho
25
Detonando Mika Shindo

mika shindo

Pornô japonês é um troço muito esquisito: parece estupro! As meninas geralmente são lindas, umas bonequinhas de porcelana; mas parece que os japas odeiam mulher e detonam as coitadas na hora de fuder. É bizarro. Vejam, nesse vídeo, a fofíssima Mika Shindo levando uma foda traumatizante em todos os buracos. Ela chora e tudo. Tadinha.

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mika

junho
11
World Scat Cup (só brasileiras comendo cocô)

World Scat Cup

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maio
29
Tough Love 5

Tough Love 5

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outubro
20
Os Rapazes das Calçadas (1981)

RAPAZES

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O cinema brasileiro ainda nos deve bons filmes sobre a homossexualidade masculina. Uma pequena parte dessa lacuna poderia ser preenchida se dois ou três livros sobre o tema fossem bem adaptados. Além do best-seller “O Terceiro Travesseiro” ‭– ‬que já virou peça ‭– ‬obras mais densas como “Cinema Orly”, de Luis Capucho, e “Trem Fantasma”, de Carlos Hee, clamam pela tela grande.

“Cinema Orly” é um relato trabalhoso e problemático para adaptação, mas sua beleza obscura e o talento de Capucho valem a tentativa. Já “Trem Fantasma” oferece maior facilidade, pois documenta de forma rica a cena gay de São Paulo no início dos anos 80, época da propagação da Aids nos grandes centros urbanos.

Quem cresceu no mundo GLBT dos anos 2000, tão diverso e iluminado, pode cair para trás ao conhecer o que foi a realidade oprimida desse universo nos anos 80 e princípio dos 90. O tesouro de ambos os livros ‭– ‬e possíveis filmes ‭– ‬está principalmente na capacidade única e concisa de recriá-lo. Hee, de forma mais direta, com personagens e histórias inesquecíveis; Luis Capucho, com verve literária poderosa, que nos faz sentir o ar pesado do local que obsessivamente frequentava ‭– ‬Orly, uma sala decadente de pornôs, atrás da Cinelândia, no Rio.

Naquele mesmo emaranhado onde se perde o narrador de “Cinema Orly” ‭– ‬ ruas Álvaro Alvim e adjacentes ‭– ‬articulou-se, poucos anos antes, o Beco da Fome, ponto de encontro dos cineastas e técnicos cariocas. E um típico produto gerado com mão-de-obra do Beco foi “Rapazes das Calçadas” (1981), tentativa corajosa, porém primária, de se fazer um longa-metragem sobre a vida clandestina dos homossexuais brasileiros na virada da década de 70 para 80.

O desastre começa pelo personagem principal, Luís, flâneur do bas-fond, criatura recatada e atormentada, que é na verdade a atriz Lady Francisco em travesti masculino. Efeito devastador, La Francisco de homem virou um clone de Cauby Peixoto. Fuma cachimbo ‭–‬ aparecer em público de cachimbo, no final dos anos 70, muito antes do infantil neo-conservadorismo de hoje, era cool. Lembrem-se das capas dos lps de Roberto Carlos no período.

Não bastasse isso, os diretores Levi Salgado e a própria Francisco também recrutam para o time das monas o eterno Celso Faria, que estrelou quase cinquenta filmes entre 1957 e 1991. A sequência de Celso ‭se ajoelhando humilhado diante de um michê que conhece no banheiro público, em seguida sendo assaltado e recebendo uma horripilante canivetada, entra fácil naquelas antologias reacionárias do tipo “cinema nacional não presta”.

“Rapazes das Calçadas” nada mais é do que uma sucessão desses esquetes, a maioria entre o ridículo, nauseante ou cruel, mostrando que o sexo pago não era batatinha. Algumas cenas de explícito, bem ao gosto da época, foram enxertadas ‭–‬ nenhuma com os atores principais. Talvez para obter variedade de pornografia, agradando também a outros públicos, em certo momento uma garota contrata um michê e é assassinada por ele. Minutos antes, um casal vai aos finalmentes depois da noiva flagrar o amado aos socos e pontapés na travessa das pintosas.

Lady Francisco ‭–‬ desde sempre ícone gay ‭–‬ esforçou-se ao máximo, mas as pernas e o bumbum voluptuoso a deixam parecendo mais uma lésbica caricata ‭–‬ no estilo de Charlize Theron em “Monster” ‭–‬ do que propriamente o homem de meia-idade que pretendia ser. Na cena final se despe da fantasia, revelando o chuchu por trás da maquiagem.

Não quero parecer de novo batalhadora taliban da causa ‭–‬ vide “As Intimidades de Analu e Fernanda” ‭–,‬ mas o desfecho me parece guardar enorme preconceito homofóbico: ao se livrar do personagem, La Francisco, de homem cinza e macambúzio, ressurge como mulher alegre, sensual, que rebola suas delícias em direção ao mar.

É preciso pouco requinte para criarmos a analogia imbecil do homossexual atormentado por não ser aquilo que supostamente deseja ‭–‬ mulher ‭–,‬ em contraponto à mulher realizada em sua condição natural, que descortina-se eufórica na nudez exposta e na dissolução do triste personagem.

Se o leitor preferir sublimar esta afronta, “Rapazes das Calçadas” oferece ao menos uma contextualização das bichas ‭–‬ como se chamavam ‭–‬ perversa e politicamente incorreta, porém não menos sofrida e humanizada. Bichas que nem ousam sonhar com algo parecido a amor, relações estáveis. Somente o desejo ‭–‬ mesquinho, imediatista ‭– ‬é contrapeso na balança do medo e da vergonha.

Creio que a importância de livros honestos como “Cinema Orly” e “Trem Fantasma” serem logo transpostos para o cinema é facilmente compreendida quando assistimos a “Rapazes das Calçadas”. Entre manchetes sensacionalistas e a essência de quem viveu na pele o cotidiano, a história da homossexualidade no Brasil precisa ser documentada. Aos trancos e barrancos, “Rapazes das Calçadas” buscou esse registro, embora pareça mais reportagem de David Nasser e Jean Manzon ‭–‬ em versão hardcore ‭–‬ do que material sério a ser debatido pelas futuras gerações.

por Andrea Ormond

julho
28
Long Jeanne Silver (1977)

Long Jeanne Silver

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Her name is Long Jeanne Silver, and she’s handicapped and horny! Due to a quirk of mother nature, she was born with a bigger dick than John Holmes, and baby, you’d better believe she knows how to use it!

‘Long’ Jeanne Silver had appeared on stage and in men’s magazines before making the leap to porn, where in 1976 (her earliest appearance, so far as I can find) she appeared on the receiving end of Jamie Gillis’ muddy wrath in the enema bandit classic, Water Power, directed by the infamous Gerard Damiano.

Her claim to fame? Well, besides having a nice set of perky boobies and a reasonably attractive face, Jeanne was ‘gifted’ by a childhood incident that left her with a stump where her left leg used to be. This stump, really nothing more than flesh covered bone, could be put to all manner of interesting uses by the adventurous types that Jeanne ran into, and that’s more or less the premise behind this psuedo-documentary that follows Ms. Silver around and captures the sexual exploits that she finds herself involved in.

The film is comprised of five scenes. The first one is a three way with Joey Silvera and Amber Hunt. Jeanne shows Amber what her stump is good for, while Joey looks on and does his own thing. The second scene finds Jeanne picking up a guy who doesn’t usually ‘like girls’ and taking him back to her house so that they can fool around before her mother gets home. If you think you know where this one is going, you’re probably right. He takes her stump in his rump and she diddles her own bad self while she grinds him down. Nasty stuff, and pretty damn weird when you think about it. Actually, this whole movie is pretty damn weird when you think about it. But back to the subject at hand… scene three finds Ms. Silver in another three way, this time with Paul Thomas and a blonde lady who willingly receives Jeanne’s leggy thing into her fun box. The final scene is with Jeanne and Kristine Heller who actually gives Jeanne’s stump oral in another truly odd moment of semi-lesbian but sort of phallic lust.

There isn’t a whole helluva lot in the story department here to describe and the film seems to exist pretty much as a XXX freak show rather than a coherent adult film. With that being said, it certainly gets points in the originality department and it leaves very little of Jeanne’s so called ‘private life’ to the imagination.

There have been cut versions released of the film, the Canadian release being trimmed of almost four minutes supposedly, but Alpha Blue’s DVD does appear to be completely uncut judging by the fact that the seen likely to cause the most issues with the censors – and the scene that was supposedly cut from other versions – the stump into man’s rump scene, appears to be completely intact with no noticeable or jarring edits of any kind.

Directed by Alex de Renzy, the man behind a lot of the late 60s/early 70s ‘Denmark’ films and vintage smut like Pretty Peaches not to mention the notorious Animal Lover, the movie kicks along at a brisk pace. It isn’t elegantly shot, there aren’t a lot of interesting camera movements or unique set ups or angles. There are no lighting tricks or colored gels used to enhance the mood – it’s all very basic. But the subject matter, or more specifically the female lead in the form of Jeanne Silver herself, is such an unusual subject for a hardcore porn film that it really and truly doesn’t matter much in the long run. You’re not watching this for the story or watching it for the cinematography, you’re watching it to watch a good looking woman do strange things to other women (and a rather unfortunate man – it looked like it hurt even the lube on there… ouch!) with her stump leg.

The film isn’t a complete fuck fest though. In amongst the bumping and grinding are some interesting little interview segments with Silver who talks about her life and her career. She even gets all choked up at one point in the film while she’s discussing her work with a couple of friends. It’s also interesting to see some photos from the spread she did for Cheri in the film as well.

junho
26
O Oscaralho / Oscar do Sexo Explícito (1986)

OSCARALHO

DOWNLOADCAPSRESENHA

OSCAR DO SEXO EXPLÍCITO/O “OSCARALHO”, O (Brasil/85. Dir. Jose Miziara. Com Yanna Gagliani, Camila Gordon, Lia Soul, Angelica Belmont, Karina Miranda, Sandra Gabi, Erika, Priscila Bianchi, Patricia Petri, Oasis Minitti, Wagner Maciel, Silvio Jr., Walter Gabarron, Claudio Salgado, Mario Couto, José Miziara. 70 min. ).

Numa boate paulista, o diretor/comediante José Miziara (A Praça é Nossa) reúne a nata da Boca do Lixo para a entrega do Oscaralho, o Oscar do Sexo Explícito (a estatueta é um membro alado). Para ilustrar as categorias (“Melhor Chupada”, “Melhor Orgia”, “Melhor Enrabada” e por aí vai), são mostrados clips de outros filmes de Miziara – que, embora não tão divulgado quanto Fauzi Mansur, Levi Salgado e Ody Fraga, faz fitas divertidas. Estranhamente, oculta-se o fato (e a evidência) de que Patricia Petri é um travesti.

junho
12
Angell Summers – Freirinha Barbarizada!

Angell Summers - Freirinha Barbarizada!

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março
10
Meninas, Virgens e P… (Troca de Óleo) (1983)

Meninas Virgens e Putas

 Sady Baby e Renato Alves foram dois dos mais extravagantes diretores da época explícita da Boca do Lixo. Faziam filmes bizarros, brincavam com os estereotipos, e dentro do que foi feito de pornô na época, sejam talvez os mais autorais por exprimirem um lado bem reprimido da sociedade: a “perversão” do sexo em diferentes níveis.

Porém, isso não faz com que a estréia da dupla seja um bom filme. Pelo contrário, é algo deveras mal feito e tosco.

Meninas Virgens e PutasSinceramente, não vejo nada de mais em filmes de sexo explícito, considero inclusive algo desnecessário à maioria das tramas. Sexo explícito só para ter sexo explícito, e conseqüentemente, público, é dispensável, pois não interfere diretamente no que se quer ser mostrado. Em contrapartida, isso pode muitas vezes incrementar a história, e mesmo que sua extensão soe falsa, garantem bons momentos de diversão. Em Troca de Óleo isso não ocorre. Sady e Alves constroem uma história tola e idiota, para fazer reinar as cenas medonhas de sexo que tanto gostavam.

Na porrada, Rombo ordena que um meliante faça um bolagato em outro detento. Mas tudo isso é café pequeno na vida de Rombo e seu comparsa DKW, que aguardam a liberdade para poderem pegar a grana de um assalto que realizaram, e curtir a vida com muito luxo e sexo.

Meninas Virgens e PutasAté metade do longa, há uma exploração interessante da realidade dos marginais rodeados pelo sexo, pela orgia e pelo desfrute carnal. Chega a um ponto em que a aventura do ex-presidiário contra seus ex-parceiros entedia. E o filme acaba, porque não quer dizer nada, só quer garantir a saudável masturbação do espectador – e que provavelmente não ocorrerá. Parece que essa necessidade de zombar das práticas sexuais é o ponto principal, e assim, o filme torna-se enfadonho.

Não é engraçado, não é divertido, tem uma péssima realização – vide as cenas de morte, que só seriam feitas de maneira pior se uma criança estivesse na produção -, e o sexo, ah, o sexo… bem, em sua maioria é feito por pessoas escabrosas e feias, de maneira nem um pouco excitante – talvez com exceção de uma atriz, loira de cabelos longos que clama quando em prática sexual: “Ai, me chama de vagabunda.” Talvez, haja coisas engraçadas, afinal de contas.

Os diálogos são primários, e só conseguem ser de fato engraçados nos momentos de transa de alguns casais. O melhor momento do filmes é a citada cena de sexo entre o sujeito, cujo pênis é apelidado de anzol (!), com a mulher gritando safadezas suas taras por ser chamada de vagabunda, piranha e afins.

Meninas Virgens e PutasSady faz a personagem principal, que quer se vingar do ex-parceiro que lhe roubou o dinheiro. Isso lhe dá motivo para encarar as mais insossas situações, incluindo a perseguição final no cemitério, os esconderijos e a milagrosa solução final, idiota e pouco palatável. Uma coisa é não se levar a sério, e levar seu cinema como se fosse uma grande brincadeira. Outra é abusar da imbecilidade do público.

Quem está mais interessado em saber o que se pode encontrar no filme no quesito sexual, eis uma pequena lista: homossexualismo masculino, escatologia, transsexualismo, sexo anal, e insinuações a sexo com animais. Todos esses temas são constantemente revisitados nos outros filmes da dupla, que fazia questão de mostrar o lado sexual recriminado pela sociedade – aliás, muito desses temas ainda são.

Meninas Virgens e PutasBaby, que faz papel de malvado com sua roupa cheia de pregos, busca na canastrice o maior proveito do péssimo elenco. Aliás, na péssima produção. A câmera parece parada em todas as cenas em estúdio, filmando apenas um ângulo, seja nas cenas de sexo, seja nas nos confrontos. Entendo que não tinha dinheiro para fazer um bom filme. Mas Mojica também não tinha, e ainda assim, tem grandes obras-primas entre seus filmes.

O fato é que não eram criativos, e Meninas Virgens e P… mostra que eram também incompetentes.

Fico também imaginando se Elton John, Carpenters e outros sabem sequer que suas músicas foram usadas indevidamente em produção de tão má qualidade.

Filme que prova que qualquer idiota pode fazer cinema. Agora estou à espera da minha vez.

Texto: Gabriel Carneiro

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