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Novinha 18  

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janeiro
21
O Homem Elefante – Crisbel em Sexo Bizarro

O Homem Elefante

julho
03
O BIZARRO SEXO CANIBAL DE DOLCETT

DOLCETT

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Dolcett is a fetish revolving around rape, torture, murder, cannibalism and incest. The name derives from a sick fuck that uploaded black and white snuff art online using said handle. The art, highly derivative of Chick tracts, usually involving some random whore being raped to death (more often than not, specifically by a father) and then eaten. The end result of mixing vore, guro and a fascination regarding the workings of South Asian sex smuggling outfits.

In the 1990’s , a Canadian man using the pseudonym Dolcett took a few minutes from masturbating furiously to autopsy photos on the still young internet and uploaded his horde of Jeffery Dahmer fanart. The drawings, crude black and white images not too different from the kind of doodles found in the back of a Juggalos math folder, were primarily images of women being sodomized to death, being cooked to death while being sodomized, being hanged while being sodomized, being beheaded while being sodomized, etc. The images were generally in comic form or accompanied with a short story, most of which involved said women happily volunteering their fuckholes to mustachioed gentlemen for a grand spectacle of an execution, generally ending with other women becoming enthralled by the process and the cycle beginning anew.

This form of art, previously the kind appreciated only in police evidence lockers and the shamed family members of those who have died in hilarious sexual escapades, found itself immensely popular with an entire new generation of sick fucks on the internet, and Dolcett’s name eventually became synonymous with the unique brand of cannibal-based sexual slavery. Not unlike band-aids, Dolcetts name has since become the standard tag for most goreporn artwork.

Since the early 2000’s Dolcett has disappeared from the internet, presumably being shot and killed after entering a sorority house at 3 in the morning hunting for his own Dolcett girls to bring to his incestuous whore house in Europe, far away from the prying eyes of the law .

julho
21
Carla Novaes – Obra de Arte

Brazilian Travestis - Carla Novaes 2008 - XANDAOADULTO

DOWNLOADMAIS TRAVESTIS

julho
19
5 Garotas e 1 Quase Mulher

5GarotasE1QuaseMulher_cena1

DOWNLOAD+ BUTTMAN+ TRAVESTIS

junho
17
Sadi-Scream vol. 4 (pornô japonês de horror)

JSSD-04

DOWNLOAD+ BIZARRO + JAPAS

maio
22
Cris Bel em “She-Male Samba Mania 3” (brasileiras)

She-Male Samba Mania 3

DOWNLOADMAIS TRAVESTIS


maio
12
She-Male Samba Mania 4 – Rio Carnival 2002

She-Male Samba Mania 4

DOWNLOAD MAIS TRAVESTIS

maio
11
Females & She-Males Only Vol. 1 (só brasileiras)

hnn

DOWNLOADMAIS TRAVESTIS

março
17
Red Hot Jam 182 – Mika Shindo (신도 미카) – 레드 핫 잼

mika shindo

Pornô japonês é um troço muito esquisito: parece estupro! As meninas geralmente são lindas, umas bonequinhas de porcelana; mas parece que os japas odeiam mulher e detonam as coitadas na hora de fuder. É bizarro. Vejam, nesse vídeo, a fofíssima Mika Shindo levando uma foda traumatizante em todos os buracos. Ela chora e grita pra caralho. Tadinha.

BAIXE O VÍDEOMAIS JAPONESAS

mika

janeiro
30
Os Rapazes das Calçadas (1981)

RAPAZES

DOWNLOADMAIS BOIOLAS

O cinema brasileiro ainda nos deve bons filmes sobre a homossexualidade masculina. Uma pequena parte dessa lacuna poderia ser preenchida se dois ou três livros sobre o tema fossem bem adaptados. Além do best-seller “O Terceiro Travesseiro” ‭– ‬que já virou peça ‭– ‬obras mais densas como “Cinema Orly”, de Luis Capucho, e “Trem Fantasma”, de Carlos Hee, clamam pela tela grande.

“Cinema Orly” é um relato trabalhoso e problemático para adaptação, mas sua beleza obscura e o talento de Capucho valem a tentativa. Já “Trem Fantasma” oferece maior facilidade, pois documenta de forma rica a cena gay de São Paulo no início dos anos 80, época da propagação da Aids nos grandes centros urbanos.

Quem cresceu no mundo GLBT dos anos 2000, tão diverso e iluminado, pode cair para trás ao conhecer o que foi a realidade oprimida desse universo nos anos 80 e princípio dos 90. O tesouro de ambos os livros ‭– ‬e possíveis filmes ‭– ‬está principalmente na capacidade única e concisa de recriá-lo. Hee, de forma mais direta, com personagens e histórias inesquecíveis; Luis Capucho, com verve literária poderosa, que nos faz sentir o ar pesado do local que obsessivamente frequentava ‭– ‬Orly, uma sala decadente de pornôs, atrás da Cinelândia, no Rio.

Naquele mesmo emaranhado onde se perde o narrador de “Cinema Orly” ‭– ‬ ruas Álvaro Alvim e adjacentes ‭– ‬articulou-se, poucos anos antes, o Beco da Fome, ponto de encontro dos cineastas e técnicos cariocas. E um típico produto gerado com mão-de-obra do Beco foi “Rapazes das Calçadas” (1981), tentativa corajosa, porém primária, de se fazer um longa-metragem sobre a vida clandestina dos homossexuais brasileiros na virada da década de 70 para 80.

O desastre começa pelo personagem principal, Luís, flâneur do bas-fond, criatura recatada e atormentada, que é na verdade a atriz Lady Francisco em travesti masculino. Efeito devastador, La Francisco de homem virou um clone de Cauby Peixoto. Fuma cachimbo ‭–‬ aparecer em público de cachimbo, no final dos anos 70, muito antes do infantil neo-conservadorismo de hoje, era cool. Lembrem-se das capas dos lps de Roberto Carlos no período.

Não bastasse isso, os diretores Levi Salgado e a própria Francisco também recrutam para o time das monas o eterno Celso Faria, que estrelou quase cinquenta filmes entre 1957 e 1991. A sequência de Celso ‭se ajoelhando humilhado diante de um michê que conhece no banheiro público, em seguida sendo assaltado e recebendo uma horripilante canivetada, entra fácil naquelas antologias reacionárias do tipo “cinema nacional não presta”.

“Rapazes das Calçadas” nada mais é do que uma sucessão desses esquetes, a maioria entre o ridículo, nauseante ou cruel, mostrando que o sexo pago não era batatinha. Algumas cenas de explícito, bem ao gosto da época, foram enxertadas ‭–‬ nenhuma com os atores principais. Talvez para obter variedade de pornografia, agradando também a outros públicos, em certo momento uma garota contrata um michê e é assassinada por ele. Minutos antes, um casal vai aos finalmentes depois da noiva flagrar o amado aos socos e pontapés na travessa das pintosas.

Lady Francisco ‭–‬ desde sempre ícone gay ‭–‬ esforçou-se ao máximo, mas as pernas e o bumbum voluptuoso a deixam parecendo mais uma lésbica caricata ‭–‬ no estilo de Charlize Theron em “Monster” ‭–‬ do que propriamente o homem de meia-idade que pretendia ser. Na cena final se despe da fantasia, revelando o chuchu por trás da maquiagem.

Não quero parecer de novo batalhadora taliban da causa ‭–‬ vide “As Intimidades de Analu e Fernanda” ‭–,‬ mas o desfecho me parece guardar enorme preconceito homofóbico: ao se livrar do personagem, La Francisco, de homem cinza e macambúzio, ressurge como mulher alegre, sensual, que rebola suas delícias em direção ao mar.

É preciso pouco requinte para criarmos a analogia imbecil do homossexual atormentado por não ser aquilo que supostamente deseja ‭–‬ mulher ‭–,‬ em contraponto à mulher realizada em sua condição natural, que descortina-se eufórica na nudez exposta e na dissolução do triste personagem.

Se o leitor preferir sublimar esta afronta, “Rapazes das Calçadas” oferece ao menos uma contextualização das bichas ‭–‬ como se chamavam ‭–‬ perversa e politicamente incorreta, porém não menos sofrida e humanizada. Bichas que nem ousam sonhar com algo parecido a amor, relações estáveis. Somente o desejo ‭–‬ mesquinho, imediatista ‭– ‬é contrapeso na balança do medo e da vergonha.

Creio que a importância de livros honestos como “Cinema Orly” e “Trem Fantasma” serem logo transpostos para o cinema é facilmente compreendida quando assistimos a “Rapazes das Calçadas”. Entre manchetes sensacionalistas e a essência de quem viveu na pele o cotidiano, a história da homossexualidade no Brasil precisa ser documentada. Aos trancos e barrancos, “Rapazes das Calçadas” buscou esse registro, embora pareça mais reportagem de David Nasser e Jean Manzon ‭–‬ em versão hardcore ‭–‬ do que material sério a ser debatido pelas futuras gerações.

por Andrea Ormond

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